Polícia
Mãe é levada à delegacia após filho ser internado com queimaduras pelo corpo
Ainda na escola, os professores receberam a informação de que ele tinha sido espancado e queimado pela própria mãe
Sexta-feira, 07 Novembro de 2025 - 08:31 | Thays Schneider

Uma criança de 9 anos foi internada no Hospital Regional Álvaro Fontoura, em Coxim, com várias queimaduras no corpo. A mãe foi levada para a delegacia de Polícia Civil nesta quarta-feira (5) para esclarecer a situação, que segue em investigação por suspeita de maus tratos.
O menino foi socorrido devido à sensibilidade de profissionais da educação, que notaram os ferimentos no início da semana. Ainda na escola, esses profissionais receberam a informação de que ele tinha sido espancado e queimado pela própria mãe, que não mandou o filho para a aula na quarta-feira.
Mais uma vez esses profissionais foram além do pedagógico e acionaram o Conselho Tutelar, relatando toda a situação. No endereço, as conselheiras confirmaram a situação. A criança estava com queimaduras no rosto, mãos e pernas e foi encaminhada ao hospital, ficando internada devido a infecções nos machucados.
A polícia também foi acionado e levou a mãe para a delegacia. Ela contou que o filho se machucou na sexta-feira (31) e não quis levar o menino para o hospital por não ter encontrado o cartão do SUS (Sistema Único de Saúde) e por medo de represália, optando por cuidar em casa.
Ao Conselho Tutelar a criança não soube informar, inicialmente, o que aconteceu. Entretanto, os conselheiros fariam o trabalho de escuta especializada para descobrir de fato o que aconteceu, ou seja, se o menino foi vítima de maus tratos ou se realmente ocorreu um acidente. Durante a internação, a criança está acompanhada de outra pessoa, que não é a suspeita de maus tratos.
A Polícia Civil não optou pela prisão em flagrante, pois aguarda o relatório da escuta especializada. A mãe tem, além dessa criança, outros três filhos. A secretária de Educação, Marly Nogueira, enalteceu a dedicação dos profissionais da educação. “São pessoas sensíveis, compromissadas com a segurança e o bem-estar dos alunos. São profissionais preparados para agir em qualquer cenário de violência contra a criança e o adolescente, assim como na negligência de seus direitos”, definiu Marly.
(Com informações Edição MS)
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