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Investigação

Acusado de matar policiais furtou joias da casa onde foi segurança

Segundo investigação da Derf, Ozeias não está envolvido em roubo a um ourives

Investigação da Polícia Civil descarta a participação de Ozeias Silveira de Morais, de 45 anos, no roubo a um ourives em Campo Grande, mas confirma que ele furtou joias de uma residência onde trabalhou como segurança. Durante as diligências, ele assassinou dois policiais civis a tiros dentro de uma viatura descaracterizada enquanto estava sendo levado para a Derf (Delegacia de Repressão a Roubos e furtos), ainda na condição de testemunha. Os investigadores Antônio Marcos Roque e Jorge Silva dos Santos foram mortos com tiros na nuca, no dia 9 de junho deste ano, na rua Joaquim Murtinho.

Depois de cometer o duplo homicídio, Ozeias fugiu, mas acabou morto em confronto com a polícia na madrugada no dia seguinte, no bairro Santa Emília.  De acordo com o delegado Reginaldo Salomão, ele não  participou do roubo a um ourives, no entanto  furtou joias de uma residência em bairro nobre da Capital no mês de maio.

As investigações que os policiais Antônio Marcos e Jorge Silva faziam eram das vítimas moradoras dessa casa.  Do local, o segurança  levou cerca de 20 anéis. As joias, avaliadas em cerca de R$ 700 mil,  teriam sido enterradas por Ozeias e agora a polícia tenta descobrir o local. O caso do roubo do ourives continua em investigação.

Depois do furto, algumas dessas joias foram anunciadas em rede social pelo tapeceiro  Willian Duarte Cormelato, casado com a sobrinha de Ozeias. Foi com este anúncio que os policiais da Derf, chegaram a Willian e, em seguida, a Ozeias. Como não tinham mandado, ele não foi algemado e nem revistado, mas tinha uma arma dentro da pochete que usou para o duplo homicídio. William estava na viatura algemado, tentou fugir e foi recapturado minutos depois.

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