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Medicamentos Essenciais

Nove medicamentos são incluídos como essenciais na lista da Sesau

Canetas de insulina e remédio para bronquite fazem parte do documento

(Foto: Arquivo/Agência Brasil)

Novos medicamentos foram incluídos na lista de essenciais que farão parte da rede pública de saúde de Campo Grande. O documento com mais de 60 páginas foi publicado nesta quinta-feira (18), pela Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau), em edição suplementar do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande).

Novos medicamentos foram adicionados à Relação Municipal de Medicamentos Essenciais do Município de Campo Grande (Remume) de 2021, como Beclometasona 200 mcg, utilizado para tratamento de inflamação dos brônquios, Caneta para injeção de Insulina Humana NPH e Insulina Humana Regular, usada por pacientes com diabetes, e Pirazinamida 150 mg comprimido dispersível, que auxilia a tratar a tuberculose pediátrica.

Confira a relação completa de medicamentos adicionados ao Remume:

  • Beclometasona 200 mcg;
  • Dolutegravir 50 mg comprimido;
  • Tenofovir + Entricitabina 300 mg + 200 mg comprimido;
  • Insulina Análoga de ação rápida;
  • Caneta para injeção de Insulina Humana NPH e Insulina Humana Regular;
  • Isoniazida 300 mg comprimido;
  • Pirazinamida 150 mg comprimido dispersível;
  • Rifampicina + Isoniazida 75 mg + 50 mg comprimidos dispersíveis;
  • Rifampicina + Isoniazida + Pirazinamida 75 mg + 50 mg + 150 mg comprimidos dispersíveis.

O documento também traz medicamentos despadronizados da Relação, sendo Filgrastim 300 mcg injetável, Fosamprenavir 700 mg comprimido, Bupivacaína 5 + 80 mg/ml, Lopinavir + Ritonavir 100 mg + 25 mg e 200 mg + 50 mg, Telaprevir 375 mg comprimido e Tianfenicol 2,5g envelope e outros.

São 334 medicamentos citados na lista. A elaboração da REMUME é subsidiada na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME), na Relação Estadual de Medicamentos Essenciais de Mato Grosso do Sul (RESME), no Formulário Terapêutico Nacional e nos protocolos clínicos, notas informativas e portarias vigentes.

No documento fica especificado que todas as Unidades Básicas de Saúde com Atenção primária (APS) devem possuir uma caixa de urgência com medicamentos e materiais médicos hospitalares que podem ser usados em situações de urgência e emergência. Além disso, deve haver um enfermeiro responsável pela manutenção, controle de validade e reposição da caixa em cada APS.

Podem ser sugeridas a inclusão ou exclusão de novos medicamentos. Porém, esses deverão ser remetidos a Comissão de Farmacoterapêutica a partir do preenchimento de um formulário específico, constado no final do documento, na p[agina 58 em diante.