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Maternidade

Mais um bebê gigante nasce em MS

Mais um bebê com tamanho e peso acima da média nasceu em Mato Grosso do Sul. Arthur Barbosa de Souza veio ao mundo na quinta-feira passada, 3 de Outubro, com 38 semanas, 5.520 kg e 59 cm. Ele nasceu de parto cesárea na Maternidade do Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, em Ponta Porã. Trata-se do terceiro caso de bebê gigante que se tem notícia neste ano no Estado.

A mãe de Arthur, Elizandra Chimenes Barbosa, 37 anos, conta que se surpreendeu com o tamanho do recém-nascido. “Durante a ultrassom o médico disse que poderia ser grande, mas não imaginei que ele fosse crescer tanto. A maioria das roupas e fraldas não serviram, tivemos que providenciar roupas maiores”, contou.

Em fevereiro deste, na mesma maternidade, outro bebê já tinha nascido com o peso maior. Na ocasião, Rafael Gomes Gonçalves veio ao mundo pesando 5.720 kg.

O recordista, no entanto, foi Henrique Josué que nasceu com 6,045 kg, quase o dobro da média de recém-nascidos no país, que gira em torno de 3,4 kg, segundo o Ministério da Saúde. O parto foi realizado na maternidade do Hospital Soriano Correa da Silva, em Maracaju.

Gestação inspirou cuidados - Mãe de três filhos, Elizandra Chimenes conta que a gestação inspirou cuidados. “Logo nos primeiros meses tive que ficar de repouso por risco de aborto e depois conforme foi crescendo a barriga o peso me causava muitas dores. Tive que repousar nesse período. Meus dois filhos mais velhos nasceram com o peso normal”, relatou. “Nossa família também ficou surpresa, minha família toda é alta, mas ninguém imaginava que o Arthur nasceria com 59 cm”, comentou o pai do bebê, Luan de Souza Costa.

 O médico ginecologista e obstetra, Edgar Montiel, explicou a condição que levou o ganho de peso do bebê. “A macrossomia fetal é caracterizada pelo excesso de peso em recém-nascidos. O diabetes mellittus é um dos fatores associados à macrossomia fetal que também podem incluir genética, duração da gestação e presença de diabetes gestacional. O parto da paciente foi cesárea e nesse primeiro momento há necessidade do pediatra monitorar os quadros hiperglicêmicos para impedir que ele desenvolva diabetes na fase adulta", afirmou.

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