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21 de fevereiro de 2020 • Ano 9
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
CCZ

CCZ confirma sacrifício de cachorro

Alfe foi sacrificado sem autorização da proprietária

16 Jan2020Thays Schneider11h15

Lana Scheibler usou a rede social para expor seu desbafo e sua revolta. Ela afirma estar ciente da irresponsabilidade que teve quando o seu cachorro escapou de sua casa indo para ruas. Por morar em uma vila, os vizinhos deixaram o portão aberto e Alfe acabou fugindo.

Quando Lana voltou do estágio não encontrou o animal de estimação em casa e  decidiu publicar em grupos da rede social o seu desaparecimento.  Como não encontrou decidiu ir até o Centro de Controle de Zoonose (CCZ) e, para sua supresa,  Alfe estava lá em um canil.

Emocionada por ter encontrado seu cachorrinho, Lana perguntou se poderia levar de volta. Foi então informada que teria que pagar uma taxa de resgate mais um microchip de identificação pois no caso do seu animal o CCZ  foi acionado.

Como Lana não tinha o dinheiro no momento, fez um empréstimo como o pai para pagar a taxa. Ao retonar ao CCZ recebeu a notícia de que o animal tinha sido sacrificado. “Eles não me mostraram nenhum exame que comprovasse algum tipo de doença, não me informaram que o prazo era de três dias úteis para retirar o animal, estou sem chão eles mataram meu animal sem motivo nenhum” desabafa Lana.

Em nota,  o Centro de Controle de Zoonose afirma que animal em questão foi recolhido no dia 23 de dezembro após denúncias de que ele estaria avançando nas pessoas que transitavam pela rua. Três dias depois a proprietária compareceu no CCZ para fazer o reconhecimento do animal, sendo informada de suas responsabilidades e prazo de três dias úteis para a retirada, conforme a Lei Complementar municipal nº 79/2005 e a estadual nº 2990/2005, que tratam da posse de animais, retornando ao CCZ apenas 20 dias depois do primeiro contato.

Como o animal era agressivo, não podendo ficar com outros cães e avançando  também em humanos, ele tinha um comportamento incompatível para ser colocado à adoção, somado ao fato de receber o diagnóstico clínico de Leishmaniose. Segundo o CCZ ele possuía feridas pelo corpo, aumento de linfonodos, anemia e emagrecimento que são sinais da doença e que  resultaram na eutanásia do animal.

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