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PMA e Imasul autua quatro pescadores por pesca ilegal nos rios Sucuriú e Verde

A operação ocorreu durante a fiscalização Big Fish ll

Apreensão durante a fiscalização da operação Big Fish II (Foto: Divulgação/PMA)

Na segunda-feira (7), durante o patrulhamento fluvial no rio Sucuriúno, no município de Chapadão do Sul (MS), os Policiais Militares Ambientais de Cassilândia (MS) e fiscais do Imasul autuaram na operação Big Fish II, dois pescadores por pesca ilegal, além de apreender petrechos de pesca.

Um pescador amador de 55 anos de idade e outro de 40, residentes na cidade de Paraíso das Águas pescavam em uma queda d'água, nas proximidades de uma pequena Central Hidrelétrica (PCH), localizada na divisa do município de Chapadão do Sul.

É considerada crime ambeintal a pesca, tanto nas proximidades de hidrelétricas como a 200 metros a montante e a jusante das cachoeiras e corredeiras, pois é alta a vulnerabilidade dos cardumes nesses locais dos rios. Os pescadores iniciavam a pescaria e ainda não tinha capturado pescado.

Mas, com eles foram apreendidas quatro carretilhas com varas. Os pescadores foram autuados administrativamente e foram multados em R$ 1.000,00 cada um.

Aral Moreira (MS) — Polícia Militar Ambiental de Amambaí (MS)

No município de Aral Moreira, Policiais Militares Ambientais de Amambaí e fiscais do Imasul realizavam patrulhamento fluvial rio Verde nesta terça-feira (8) e autuaram dois pescadores, por pescar sem autorização ambiental.

Os pescadores, de 28 e 33 anos de idade, pescavam na barranca do rio e ainda não tinham capturado nenhum pescado. Com eles foram aprendidos quatro molinetes com varas. Cada infrator foi autuado administrativamente e multado em R$ 300,00.

Alerta — A pesca sem licença não é crime ambiental, porém, a PMA alerta que é documento necessário para a pesca no Estado e sua falta caracteriza-se como infração administrativa, que prevê, além da multa mínima de R$ 300,00 até a máxima de R$ 10.000,00, a apreensão de barco, motor, produto e material da pesca, bem como veículos utilizados.

Durante os trabalhos, a equipe também cortou e retirou do rio 14 anzóis de galho e um espinhel com 20 anzóis (petrechos proibidos). Os proprietários dos petrechos ilegais não foram localizados.

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