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Interior

Após perseguir comerciante por meses, homem é preso

O acusado estacionava seu carro próximo ao comércio da vítima e seguia até a casa dela durante à noite

O homem foi detido e autuado em flagrante pelo delito (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Um homem acusado de perseguir uma comerciante por meses seguidos, em Brasilândia (MS), foi preso pela Polícia Civil por meio da Delegacia de Brasilândia na última sexta-feira (17). A vítima procurou a Polícia Civil há quinze dias informando que já vinha sendo perseguida há meses pelo suspeito, que diariamente estacionava seu carro nas proximidades do estabelecimento comercial da vítima e a seguia até a casa dela a noite, quando encerrava seu turno de trabalho.

Ainda conforme relatou à polícia, o suspeito costumava a seguir e parar o carro duas quadras da casa dela. Em algumas situações ele passava em frente à casa da vítima, após a mesma entrar.

Durante as investigações, a polícia conseguiu imagens de câmeras de vigilância onde foi possível identificar a rotina do suspeito e verificar que, de fato, ele seguia a vítima de forma sistemática. Diante desse quadro, a polícia civil permaneceu por quinze dias investigando o suspeito. Nesse período os agentes garantiram a integridade física da vítima enquanto colheram elementos de prova para a apuração dos fatos.

A prisão ocorreu após os policiais acompanharem a saída da vítima do trabalho e flagrarem o suspeito a seguindo, como nos últimos meses, até as proximidades da casa dela, estacionando o carro na mesma rua.

O suspeito, que tem 53 anos de idade, foi detido e autuado em flagrante delito pela Delegada de Polícia plantonista, Patrícia Peixoto Abranches. O suspeito permaneceu preso, sendo arbitrada fiança criminal no valor de R$ 2 mil. Caso recolhido valor, ele poderá responder ao processo em liberdade.

Ele foi autuado em flagrante delito por crime de perseguição, tipificado no artigo 147-A do Código Penal, com incidência da causa de aumento quando a perseguição é motivada por questões de gênero. A pena para o crime, nessa circunstância, pode chegar a 3 anos de reclusão.

(Com informações Dourados News)