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Campo Grande

Em Brasília, prefeito da Capital busca recursos para infraestrutura

Marquinhos Trad solicita recursos de emenda parlamentar para drenagem e pavimentação

(Foto: Diogo Gonçalves/Prefeitura de CG)

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, cumpre agenda em Brasília nesta quarta-feira (27). Na pauta, reunião com a coordenadora da bancada federal, senadora Simone Tebet.

Marquinhos solicita recursos de emenda parlamentar para drenagem e pavimentação. Entre elas, o término das obras de requalificação do Rio Anhandui.

As obras  no  Rio Anhanduí têm como objetivo garantir a estabilização das margens do rio (com muro de gabião e placas de concreto). Sem as paredes de gabião ou de concreto, quando chove muito na cabeceira dos córregos afluentes (Prosa e Segredo), a correnteza aumenta. A água, ao bater no barranco diretamente, derruba o aterro e provoca erosão, colocando  em risco as pistas marginais.

A construção de mais bocas de lobo nas pistas marginais visa aumentar a capacidade de captação da enxurrada. Será feita uma ciclovia (na margem direita até a ponte de travessia na Rua Abolição e na esquerda até a ponte na Rua do Aquário), urbanização e recapeamento das duas pistas da Avenida Ernesto Geisel, numa extensão de 1,6 km – da Rua Santa Adélia até a Rua do Aquário.

A margem direita (sentido centro-bairro) já está “revestida”, protegida da erosão com paredões de gabião com até 9 metros de altura e placas de concreto. As cabeceiras da ponte para travessia na altura da Rua Bonsucesso foram refeitas após a construção no canal do rio de gabião embaixo da estrutura.

O projeto de revitalização do Anhanduí é de 2011 e teve duas licitações e uma ordem de serviço assinadas e canceladas em 2012. Em 2014, também fracassou a segunda tentativa de licitação. Calculou-se que seria preciso R$ 68 milhões para executar o projeto até o final da Avenida Ernesto Geisel, no Aero Rancho, com R$ 28 milhões de contrapartida.

Com a atualização das planilhas, além de alguns ajustes no projeto, o recurso, assegurado por um convênio firmado em 2012 com o Ministério das Cidades (R$ 42,7 milhões em valores corrigidos), será suficiente apenas para executar o projeto entre as ruas Santa Adélia e do Aquário, numa extensão de 1.670 metros..

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