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EDU REJALA

Professor, consultor e Chef Nikkei, especializado na fusão das cozinhas peruana e japonesa. Idealizador do projeto 'O Cromossomo do Amor' que ensina técnicas da cozinha para jovens com síndrome de down.

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O guia MICHELIN

Olá pessoal, sejam bem-vindos ao meu Diário de Influência, uma plataforma regional do Mato Grosso do Sul, 100% digital pela TV MS Record.

    O artigo de hoje, é sobre o mais conceituado GUIA GASTRONÔMICO DO MUNDO, o guia MICHELIN.

Estou muito contente em trazer aqui para vocês, informações sobre este prêmio que deixa muuuuiiitooos Chefs de cozinha com a orelha em pé.! Neste artigo iremos falar sobre o prêmio em si, para que possam conhecer melhor sua história, estrutura, e na semana que vem, irei citar os premiados restaurantes que OSTENTAM suas estrelas.

“O Guia Michelin é o principal indicador do quão boa pode ser a experiência de comer em determinado restaurante. Por isso, ele é considerado a bíblia da gastronomia. O Guia avalia mais de 30 mil estabelecimentos em três continentes! Até hoje, mais de 30 milhões de livretos já foram vendidos no mundo todo”.

FONTE: passagensimperdiveis.com.br

Vou dar a dica de ouro, para esta quarentena:  o FILME, BURNT “pegando fogo”, ele conta a história de um Chef de cozinha  consagrado (interpretado pelo ator Bradley Cooper), que está atrás da terceira estrela MICHELIN. Um filme que vale a pena assistir, e te fará , de um modo mais descontraído, conhecer muito mais dessas estrelas que tanto mexem com a cabeça dos mais renomados Chefs de cozinha pelo mundo.

“Uma estrela significa um restaurante muito bom na sua categoria; duas, uma cozinha excelente que justifica um desvio durante um passeio; três, o máximo, uma cozinha excepcional que justifica uma viagem” - Jornalista gastronômica francesa Justine Noblecourt.

Tal como acontece com todas as grandes invenções que mudaram o curso da história, o guia MICHELIN não começou como o icônico guia de restaurantes que é hoje. De fato, suas raízes eram muito mais simples: o pequeno guia vermelho foi originalmente concebido simplesmente para encorajar mais motoristas a pegar a estrada. Fonte: guide.michelin.com.br

O Início

Tudo começou em Clermont-Ferrand, no centro da França, em 1889, quando os irmãos Andre e Edouard Michelin fundaram sua empresa de pneus homônima, alimentada por uma grande visão para a indústria automobilística francesa em uma época em que havia menos de 3 mil carros no país.

Para ajudar os motoristas a realizar suas viagens – aumentando, assim, as vendas de carros e, por sua vez, as compras de pneus –, os irmãos Michelin produziram um pequeno guia com informações úteis para os viajantes, como mapas, como trocar um pneu, onde encher o tanque de gasolina, e maravilhosamente – para o viajante em busca de descanso das aventuras do dia – uma lista de lugares para comer ou passar a noite.

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Por duas décadas, toda essa informação era fornecida sem nenhum custo. Até um encontro fatídico, que até hoje é contado em tom de anedota, quando Andre Michelin chegou a uma loja de pneus e viu seus amados guias sendo usados para sustentar uma bancada de trabalho. Baseado no princípio de que “o homem só respeita verdadeiramente aquilo que paga”, um novo guia MICHELIN foi lançado em 1920 e vendido por sete francos.

A melhor maneira de ir mais longe

Pela primeira vez, contemplaram-se uma lista de hotéis em Paris e listas de restaurantes de acordo com categorias específicas. Foram excluídos os anúncios pagos do guia.

Reconhecendo a crescente influência da seção de restaurantes do guia, os irmãos Michelin também recrutaram uma equipe de clientes ocultos – ou inspetores de restaurantes, como os conhecemos hoje – para visitar e rever restaurantes anonimamente.

Em 1926, o guia começou a conceder as estrelas aos restaurantes em destaque, inicialmente marcando-os apenas com uma única estrela. Cinco anos depois, uma hierarquia de zero, uma, duas e três estrelas foi introduzida e, em 1936, os critérios para os rankings estrelados foram publicados.

Durante o resto do século 20, graças a sua abordagem séria e única, os guias MICHELIN se tornaram best-sellers sem igual: o guia, agora, avalia mais de 30 mil estabelecimentos em mais de 30 territórios em três continentes e mais de 30 milhões de guias MICHELIN foram vendidos em todo o mundo desde então.

Hoje, a notável capacidade de previsão dos irmãos Michelin fundadores deu à empresa uma vocação que é tão relevante em 2018 como era em 1900: tornar a condução, o turismo e a busca de experiências inesquecíveis disponíveis para todos.

Fonte: guide.michelin.com.br

Como o Guia Michelin avalia os restaurantes?

O próprio Guia afirma que, “para manter a independência de sua opinião, os inspetores sempre visitam os estabelecimentos anonimamente, pagam suas refeições e, em seguida, avaliam sua experiência“.

A regra de se manter anônimo durante toda a experiência é seguida com rigor para que o avaliador jamais tenha um atendimento diferente do que qualquer cliente “comum” teria. Caso o avaliador precise de informações extras ou de conhecer algum outro ambiente do restaurante (cozinha, por exemplo), ele se identifica somente após a avaliação estar concluída e a conta, paga.

Quais os critérios de avaliação?

Confira os critérios avaliados pelos inspetores Michelin:

  • Qualidade dos produtos.
  • Domínio do sabor e técnicas culinárias.
  • Personalidade do chef na sua cozinha.
  • Relação entre qualidade e preço.
  • Consistência entre visitas.

Quem avalia?

Os inspetores/avaliadores do Guia Michelin trabalham em tempo integral para o grupo e possuem vasta experiência, por já terem trabalhado na área, terem formação acadêmica em gastronomia e/ou hotelaria ou terem morado e/ou viajado por vários países diferentes.

O que significam as estrelas do Guia Michelin?

Cada restaurante pode receber de uma a três estrelas, levando em consideração os critérios já citados anteriormente (qualidade dos ingredientes, domínio do sabor e das técnicas culinárias, personalidade do chef na cozinha, custo/benefício e consistência entre as visitas).

O que cada estrela quer dizer?

  • Uma estrela: Cozinha requintada. Vale conhecer!
    Restaurantes com uma estrela são reconhecidos por uma cozinha bem preparada, por utilizar alimentos de boa qualidade e pela regularidade na execução dos pratos.
  • Duas estrelas: Cozinha excelente. Vale o desvio!
    O restaurante que recebe duas estrelas no Guia não é reconhecido só por utilizar exclusivamente alimentos de boa qualidade e por pratos deliciosos. O diferencial aqui é possuir um chef talentoso e experiente.
  • Três estrelas: Cozinha excepcional. Vale a viagem!
    Pratos deliciosos? Alimentos de qualidade? Muito mais que isso! O restaurante três estrelas possui um chef renomado e seus pratos são verdadeiras obras de arte!

Fonte: ttps://www.passagensimperdiveis.com.br/dicas-de-viagem/guia-michelin-saiba-mais/

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“A gastronomia aproxima as pessoas. Onde tem comida, tem alegria e também relacionamento”Chef Edu Rejala.

BOM APETITE !!


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