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ELVERSON CARDOZO

Jornalista e mestre em Comunicação. Possui experiência com reportagem, produção de conteúdo jornalístico e publicitário, blogs, gerenciamento de mídias sociais. Atento às questões LGBTs, escreve sobre diversidade sexual e de gênero há 7 anos.

Minhas Redes Sociais:
Livros sobre diversidade sexual e de gênero, à venda na edição anterior do evento.

Festival celebra diversidade “inventiva e transgressora”

A 28ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, maior evento cultural da América Latina com foco em filmes de temática LGBTQIA+, será realizada entre os dias 11 a 22 de novembro.

Devido a pandemia do novo Coronavírus e as medidas de combate à covid-19, as transmissões serão online. Apesar disso, a organização conta com a possibilidade de oferecer algumas sessões em salas de cinema seguindo as orientações de órgãos públicos locais.

Inscrições estão abertas para curtas e longas metragens, literatura e teatro. Entre os filmes (ficção e documentários) as premiações previstas são para os melhores longas e curtas brasileiros, nacionais e internacionais, com destaques para direção, roteiro, interpretação e até o “trabalho mais inventivo e transgressor”.

Na literatura, os prêmios contemplam narrativas relacionadas às vivências e questões específicas da comunidade LGBTQIA+, criados por autores brasileiros e de outros países de língua portuguesa.

No teatro, a intenção também é valorizar a diversidade sexual, por meio da produção de temática LGBTQIA+ brasileira, promovendo a renovação das linguagens performáticas. O chamamento é destinado à apresentação durante o festival por meio da seleção prévia de projeto e posterior premiação. 

Edição anterior - Em 2019 foram inscritos 158 curtas-metragens e 28 longas, produzidos no Brasil entre o final de 2018 e meados de 2019, tratando da diversidade sexual. Na Mostra Competitiva Brasil de Curtas, entre os 16 filmes selecionados, 11 foram de diretoras mulheres. Segundo a organização, nunca houve presença tão grande de pessoas negras retratadas nos filmes, nem tantos trabalhos olhando para a Amazônia.

Houve debates em 13 mesas, com discussões sobre diversidade, que passaram por temas  como os caminhos da produção musical negra e LGBTQIA+ das periferias, mulheres invisíveis no cinema, despatologização e tratamentos hormonais de pessoas trans e o futuro das relações de trabalho sob a perspectiva LGBTQIA+.

Outras informações podem ser obtidas no site, Instagram ou na fanpage do Festival Mix Brasil.


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