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Confirmada sexta morte por gripe em MS
Quarta-feira, 15 Maio de 2019 - 17:33 | Redação
Boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira, 15 de Maio, pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) revelou a sexta morte por gripe em Mato Grosso do Sul. O novo óbito ocorreu na cidade de Aquidauana, distante 139 quilômetros de Campo Grande.
De acordo com o mesmo boletim, quatro mortes ocorreram em Três Lagoas e uma em Corumbá. Os exames constataram os vírus H1N1 e H3N2 entre as vítimas.
Além dos óbitos, houve ainda a confirmação de 23 casos da doença, sendo 22 em Três Lagoas e um em Corumbá. O número de notificações até agora chega a 392.
Atualmente, está em andamento a campanha de vacinação para os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. A vacina produzida para 2019 teve mudanças e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Em Campo Grande, as pessoas que se enquadram nos grupos prioritários podem procurar a unidade básica de saúde (UBS) ou de saúde da família (UBSF) mais próxima da residência e se imunizarem. A mobilização egue até 31 de maio.
Público alvo - Podem receber a dose da vacina idosos com 60 anos ou mais de idade; as puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); os trabalhadores de saúde; os povos indígenas; os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; e, os professores de escolas públicas e particulares; as crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias); as gestantes; e, os policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas. Os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e a população privada de liberdade, bom como os funcionários do sistema prisional serão imunizados em esquema programado pela Sesau.
Para receber a dose, todos os públicos do grupo prioritário devem apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) e/ou número prontuário da rede de saúde de Campo Grande (Hygia); documento pessoal de identificação; e, a caderneta de vacinação (caso tenha).
Além dos documentos exigidos para todos, os profissionais de saúde devem apresentar a carteira de conselho ou holerite; as gestantes e puérperas: cartão da gestante, laudo médico ou exames com identificação; os indígenas: cadastro na SESAI; e os os policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas: documentos comprobatórios que informe a condição de policial civil ou militar. O controle mais rigoroso para imunizar as pessoas do grupo de risco é para atender as recomendações do Ministério da Saúde, que não irá disponibilizar doses extras.
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