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ELVERSON CARDOZO

Jornalista e mestre em Comunicação. Possui experiência com reportagem, produção de conteúdo jornalístico e publicitário, blogs, gerenciamento de mídias sociais. Atento às questões LGBTs, escreve sobre diversidade sexual e de gênero há 7 anos.

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No inimaginável caos mundial, comemoração de casamento faz brotar esperança

No meio de uma pandemia que tirou todos da normalidade e alguns do rumo, ver a comemoração de um casamento é algo que acalenta os olhos, renova as esperanças e dá aquela aquecida essencial no coração. É o amor, que tem mesmo o poder de ser incrível até no caos. Pelo direct do Dois Iguais, recebi mais uma história linda, espontânea, que merece ser compartilhada. 

Apaixonado pela família, Israel Rodrigues, um seguidor de São Paulo (SP), aproveitou a quarentena para falar dos 4 anos de união com o marido, Paulo Claudino, e do encontro de vida com o filho de 7 anos. Inspirado, ele escreveu essas linhas cheias de afeto:

“Aprendemos nesse tempo que um casamento vai além das aparências, festas, encontros, sexo e interesses mútuos. Sim, isso tudo é muito bom e importante, mas o casamento é uma construção, feita de sacrifícios e muito trabalho em conjunto.

Quanto maior o empenho, maior a solidez do edifício. Quanto mais dificuldades e desafios vencidos, mais original e cheia de personalidade é essa construção.

Mesmo com os detalhes pendentes (afinal estamos sempre em obras), dá uma alegria olhar para tudo e ver que o que construímos é tão lindo e duradouro. Deus é a coluna principal e também nosso engenheiro e arquiteto. E nós somos os operários mais felizes do mundo”.

Um principezinho no caminho...

Juntos em todos os momentos nesses últimos 4 anos, eles agora fazem questão de aparecer com o filho, Wesley, de 7 anos, que chegou para trazer ainda mais alegria. Ao Dois Iguais, Israel falou do processo de adoção “turbulento e cheio de emoções”, mas com final feliz.

“Sabíamos desde o primeiro dia que ele era nosso filho. Trata-se de uma adoção tardia. Por lei, temos prioridade no processo, mas o tempo todo tivemos que lembrar aqueles que cuidavam dos trâmites. Ficamos em cima.

Esbarramos nos problemas da burocracia dos fóruns e abrigos. Diferente do que dizem, não foi nada fácil, inclusive emocionalmente. Ao todo, foram 9 meses de espera.

Mesmo assim, faríamos tudo novamente. A paternidade tem nos mudado intensamente. Sou grato por ele ter nos adotado como pais".


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