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Polícia

Morte de caseiro foi encomendada por R$ 25 mil e pela divisão do gado da vítima, aponta a polícia

O mandante do crime foi preso nesta quinta-feira (16), em sua chácara, localizada nas proximidades do local onde o crime ocorreu

Quinta-feira, 16 Julho de 2026 - 16:30 | Redação


Morte de caseiro foi encomendada por R$ 25 mil e pela divisão do gado da vítima, aponta a polícia
Um dos suspeito preso pela Polícia Civil (Foto Divulgação PC MS)

A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa – DHPP, deflagrou, nesta quinta-feira (16), operação destinada ao cumprimento de mandado de prisão em desfavor do suspeito de  ser o mandante da morte de Antônio Ormondes Pereira (72), ocorrida no último dia 20 de junho.

A investigação teve início após o desaparecimento da vítima, cujo corpo foi encontrado dias mais tarde em local de desova. Naquela oportunidade, as diligências realizadas pela DHPP resultaram na prisão em flagrante de Ari Xavier Silva Araujo, de 55 anos, e José Viana da Silva, 50 anos, apontados como autores diretos do crime e responsáveis pela desova do corpo. A prisão em flagrante foi convertida pela Justiça em preventiva e ambos permanecem presos desde então.

Não obstante, no curso da investigação de aprofundamento realizada a partir da prisão dos executores, os policiais da DHPP obtiveram êxito na obtenção de fortes indícios de que um homem de 51 anos,  teria atuado como mandante do homicídio, tendo ajustado previamente com os executores o pagamento de R$ 25 mil além da divisão do gado de propriedade da vítima, como forma de recompensa pela execução do crime, porém os valores não chegaram a ser pagos, em virtude da prisão dos executores.

Diante dos elementos reunidos pela DHPP, a Justiça decretou a prisão preventiva do suspeito, o qual foi capturado nesta data em sua chácara, localizada nas proximidades do local onde o crime ocorreu. Na mesma ação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços vinculados ao indiciado.

Ao ser interrogado formalmente, ele negou o crime. Com a conclusão dos trabalhos de investigação, o inquérito policial foi remetido ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. Já o preso, deverá passar por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça.

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