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Vencer o câncer uma batalha pela vida
Segunda-feira, 07 Outubro de 2019 - 08:05 | Redação
Deuszelia Porto, 58 anos, há seis descobriu um câncer de mama e então começou batalha pela vida. Com muita garra e perseverança venceu a doença e hoje ajuda mulheres que passaram pelo mesmo drama a resgatarem a autoestima. “Nenhum momento achei que ia morrer, Deus me deu a oportunidades de lutar pela vida, eu lutei e venci, nunca pensei em desistir “, desabafa.
A professora aposentada que descobriu o câncer de mama ainda no início em 2012 ao participar de um projeto realizado pela Cassems, que oferecia exames de mamografia. “ Fiz todos meus exames e fui diagnosticada com câncer de mama, imediatamente comecei o tratamento, deu início ao uma luta pela vida, onde eu venci todos os obstáculos”, diz Deuszelia.
“Eu tinha uma equipe médica maravilhosa, minha família e Deus do meu lado e, então, não tinha como nada dar errado. Iniciei o tratamento e comecei a fazer parte de projetos de prevenção. Eu digo quem me salvou foi o projeto da Cassems, se eu não tivesse ido até lá fazer os exames eu não iria descobrir o câncer no início”, explica.
Ela ressalta a importância de cumprir todas as etapas no decorrer do tratmento. Deuszelia lembra todos os processos são dolorosos: a quimioterapia, a radioterapia, a queda de cabelos. E quando isso acontece a autoestima da mulher não é a mesma. “Sou muito vaidosa e no momento não tinha medo da doença e sim da minha aparência. Eu sabia que iria ficar careca, com o tempo me acostumei e entendi que era para o meu bem “, diz a professor o recordar desse momento.
Durante o tratamento ela teve o sentimento de chegar no fundo do poço, mas com a ajuda de psicólogos e terapeutas conseguiu superar e se reerguer. Acreditou que poderia vencer e venceu. Após seis anos Deuszilia está curada e incentiva outras mulheres a nunca desistirem. Ela participa de palestras em Universidades onde ela conta suas experiências com o câncer. Agora ajuda a irmã que também foi diagnosticada com a doença.
De acordo com os médicos, as mulheres entre 40 e 69 anos são as principais vítimas. Isso porque a exposição ao hormônio estrógeno está no auge com a chegada dessa idade. A partir dos 50 anos, particularmente, os riscos entram em uma curva ascendente.
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