Geral
Vacinação em praça pública
Quarta-feira, 17 Junho de 2020 - 09:45 | Redação
De hoje até sexta-feira (19), quem passar pela praça Ary Coelho na região central de Campo Grande vai poder se vacinar contra a influenza e o sarampo. Serão três dias dedicados à imunização do público-alvo que ainda não recebeu a dose. Se a pessoa não tiver a carteirinha de vacinação, um documento com foto é o suficiente.
O trailer da Secretaria Municipal de Saúde montado na praça mais movimentada do centro da cidade desperta a curiosidade. Muita gente se surpreende com a unidade de vacinação e já aproveita para ficar imunizado. A aposentada Agida Pavão recebeu a dose logo cedo. “ O atendimento foi rápido em cinco minutos tomei a vacina e estou imunizada contra a gripe. A escolha do local foi ótima, vim até o centro resolver uns assuntos pessoais e já tomei a vacina”, afirma a idosa.
Além da vacina contra a gripe a campanha chama atenção para quem ainda não se imunizou contra o sarampo. A gerente técnica de serviço de imunização da Sesau, Josiane Ricalde, afirma que casos de sarampo voltaram a ser registrados na cidade e ressalta a importância da vacinação. “Estamos com objetivo de imunizar o número maior de pessoas, quem tiver entre 20 e 49 anos que já tomou ou nunca tomou a vacina ou que não tem a carteirinha de vacinação pode chegar até aqui com documento com foto que vamos realizar a vacina”, explica.
Podem se vacinar contra a influenza crianças de até cinco anos de idade, gestantes, trabalhadores da área da saúde, puérperas, adultos de 55 a 59 anos, idosos com mais de 60 anos, indígenas, pessoas com deficiência, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, professores de escolas públicas e privadas, profissionais da segurança e salvamento, caminhoneiros, profissionais do transporte coletivo e pessoas com comorbidades.
Iniciada no dia 23 de março, a campanha contra influenza imunizou menos de 84% do público-alvo, sendo que crianças menores de cinco anos, gestantes, puérperas e pessoas com idade entre 55 e 59 anos de idade não atingiram ainda metade da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, que é de 90%.
Para evitar aglomeração o atendimento é rápido, as filas estão respeitando o limite estabelecido pelos órgãos de saúde pública.
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