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Residência artística abre processo criativo de dança ao público

Projeto reúne nove mulheres para pesquisa e apresentações em Campo Grande

Sábado, 07 Março de 2026 - 14:30 | Sandra Salvatierre


Residência artística abre processo criativo de dança ao público
Durante os encontros, as participantes compartilham práticas, aprofundam investigações em dança e constroem coletivamente um espaço de escuta, cuidado e criação. (Foto: Divulgação)

O encontro entre mulheres artistas, pesquisa em dança e criação coletiva ganha espaço aberto ao público neste sábado (7), em Campo Grande. A residência artística do projeto “Como manter-se vivas” será apresentada pela primeira vez ao público na Chácara Mankala, das 16h às 19h, reunindo performances, partilha de processos criativos e troca de experiências entre artistas e espectadores.

A iniciativa conta com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e apoio da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande (Fundac), da Prefeitura de Campo Grande, do Governo Federal e do Ministério da Cultura.

Idealizado pela artista da dança Jack Mourão, o projeto constitui um ciclo de pesquisa, criação e apresentação que parte de uma questão central: que redes de resiliência podem emergir do encontro entre mulheres para sustentar a vida e a criação artística?

Desde janeiro, a residência reúne oito artistas da capital, Livia Lopes, Emy Santos, Franciella Cavalheri, Mariana Castro, Roberta Siqueira, Kiunna Skill e Eduarda Zubieta  com orientação da coreógrafa e pesquisadora Flávia Pinheiro.

Durante os encontros, as participantes compartilham práticas, aprofundam investigações em dança e constroem coletivamente um espaço de escuta, cuidado e criação.

“São encontros de investigação, trocas de práticas e apresentação de trabalhos artísticos que integram o corpo, o ambiente e as narrativas de diferentes espécies. A ideia é construir espaço-tempo para escutar o corpo, fortalecer redes e transformar experiência em movimento; sem pressa, com presença”, explica Jack.

Na abertura pública, o grupo irá compartilhar com o público parte do processo desenvolvido ao longo da residência. “Um convite para nos mantermos juntas, em encontro e presença, acompanhando uma pesquisa que se faz matéria de cena, e também matéria de vida”, acrescenta a artista.

 

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