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Quatro presos da Omertà vão para Mossoró

Segunda-feira, 14 Outubro de 2019 - 13:25 | Redação


 

 Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) da formalizou pedido transferência dos quatro presos na Omertà para o Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. A solicitação foi feita nessa segunda-feira (14).

Ainda não previsão de quando será a transferência. Foi feito o pedido para os acusados  Jamil Name, Jamil Name Filho, o policial civil Marcio Cavalcanti da Silva, conhecido como ‘Corno’ e o policial civil aposentado Vladenilson Daniel Olmedo, o Vlad. Todos já estão  no Presídio Federal da Capital desde sábado (12).

A transferência aconteceu após a Justiça deferir pedido do MPMS (Ministério Público Estadual). Os quatro estavam ocupando celas do RDD (Regime Disciplinar Diferenciado

O pedido de transferência argumentou que os detentos faziam parte de uma organização criminosa, com suspeitas de ordenarem execuções na cidade, sendo que o empresário Jamil Name e seu filho, Jamil Name Filho seriam os chefes da organização. A cela onde estavam os presos era de 12 m², sem direito a banho de sol, saindo só para atendimento médico e audiência com juiz e advogado.

Omertà -  O Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), com apoio dos Batalhões de Choque e o Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar, cumpriram mandados de prisão preventiva, prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Campo Grande e Bonito.

A ação levou a prisão de policiais civis, guardas municipais, policial federal e até militar do Exército, suspeitos de integrarem uma organização criminosa voltada à prática dos crimes de milícia armada, porte ilegal de armas de fogo de uso restrito, homicídio, corrupção ativa e passiva, entre outros crimes.

As investigações do Gaeco tiveram início em abril deste ano, com o objetivo de apoiar as investigações dos homicídios de Ilson Martins Figueiredo, Orlando da Silva Fernandes e Matheus Coutinho Xavier, conduzidas pelo Garras.

 

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