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Governo vai acelerar obras do Hospital Regional
Sábado, 14 Março de 2020 - 12:03 | Redação
Depois de um período em ritmo lento, desde o final do ano passado, retomam o andamento normal, nos próximos dias, os trabalhos de construção do Hospital Regional de Dourados. Segundo o secretário estadual de Saúde Geraldo Resende, houve necessidade de readequações no projeto técnico, cuja autorização do Ministério da Saúde somente aconteceu essa semana.
"Solicitamos e trabalhamos pela reprogramação junto ao Ministério da Saúde. Finalmente com a autorização, os trabalhos deverão ser retomados em ritmo normal", salienta o secretário. "Conversei essa semana com o dono da construtora, e ele garantiu que vai tomar todas as providências para que isso ocorra".
O Hospital
O Hospital Regional de Dourados está sendo construído às margens da Rodovia BR-163 (saída para Ponta Porã) para atender pacientes da Alta Complexidade oriundos dos 33 municípios das regiões da Grande Dourados, Conesul e Fronteira.
A unidade terá leitos distribuídos em diversas especialidades médicas, com enfermaria masculina e feminina, isolamentos, UTI adulto, UTI Neonatal e pediátrica, leitos de observação adulto, centro cirúrgico e obstétrico, farmácia, unidade de nutrição, anexo de serviços, pronto atendimento e observação de isolamento, recuperação e pós-anestésica, totalizando 210 leitos e 10.706 metros quadrados de área.
A construção demandará um investimento de mais de R$ 38,4 milhões quando concluídas as três etapas da edificação, com recursos federais e estaduais. Na primeira e segunda etapas o investimento previsto é de R$ 27,4 milhões, dos quais R$ 14,7 foram viabilizados por Geraldo Resende e R$ 4,4 milhões articulados pelo ex-deputado federal Marçal Filho.
Na primeira fase, a capacidade será de 51 leitos de enfermaria (dos quais, 21 não censáveis), 10 leitos de UTI Adulto, 10 de UTI Pediátrica e seis na sala cirúrgica. Na segunda, estão previstos 29 leitos de enfermaria.
Na terceira etapa, o investimento será de mais de R$ 11,1 milhões, parte dos quais oriundos de emendas do então senador Waldemir Moka (R$ 7,6 milhões) e do deputado federal Dagoberto Nogueira (R$ 3,3 milhões), além de contrapartida do governo do Estado ainda a ser definida. Para esta fase, a previsão é de 90 leitos de enfermaria e 20 de UTI Adulto.
Até o momento, as obras da primeira etapa estão 9,49% executadas. De acordo com o cronograma físico-financeiro da obra, a previsão para término é para junho de 2021.
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