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Drenagem do lago do Parque das Nações revela problemas no gabião
Sábado, 10 Agosto de 2019 - 17:17 | Redação
A drenagem do lago principal do Parque das Nações Indígenas para a retirada dos sedimentos revelou problemas estruturais na mureta de contenção das margens, chamada de gabião.
A tela que serve para reter o muro de pedras se rompeu em vários pontos e terá que ser consertada antes da recomposição das águas do lago. O problema foi constato pelo secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck durante vistoria ao local na semana passada.
“Durante a retirada das águas foi percebido a necessidade de fazer um reforço no gabião à jusante (abaixo da barragem). A Agesul, rapidamente, já executou um pré-projeto, e essa reunião técnica no local foi para avaliar se o pré-projeto tem as condições técnicas adequadas para fazer a manutenção e o reforço do gabião no lago. Isso será feito com recursos do Imasul, vamos fazer rapidamente a licitação para executar esses serviços antes da recomposição das águas”, disse.
As obras de desassoreamento dos lagos do Parque das Nações Indígenas estão sendo executadas pela Prefeitura, em convênio com o Governo do Estado, que repassou R$ 1,5 milhão ao município para custeio. A previsão é retirar 140 mil metros cúbicos de sedimentos que se acumularam nos dois lagos – o principal e o secundário – arrastados pelas águas das chuvas.
O secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos do município, Rudi Fiorese disse que as obras seguem em ritmo bem adiantado, “mais rápido do que estava previsto”, e a expectativa é de que até o fim do mês o trabalho de retirada dos sedimentos seja concluído.
Jaime Verruck salientou, ainda, que até o fim do mês fica pronto o projeto para recomposição das nascentes do córrego Joaquim Português, localizado no interior do Parque Estadual do Prosa. O assoreamento no Joaquim Português é um dos responsáveis pelo acúmulo de sedimentos no lago principal do Parque das Nações Indígenas. As margens do córrego cederam pela força da enxurrada que desce da parte alta daquela região e todo esse material acaba se acumulando no lago.
“Assim que o projeto for entregue, no fim do mês, saberemos que tipo de intervenção será necessária nas nascentes do Joaquim Português para cessar o assoreamento. Fora isso, o que podemos constatar é que as obras estão em ritmo bem adiantado e logo a população de Campo Grande terá de volta o lago do Parque das Nações Indígenas”.
(Com informações da Semagro)
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