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Deputado doa verba indenizatória para CPI
Terça-feira, 05 Novembro de 2019 - 16:42 | Redação
A criação de uma CPI para investigar a Energisa por conta dos aumentos considerados excessivos nas contas de luz movimentou a sessão da Assembleia Legislativa desta terça-feira, 5 de Novembro. O deputado João Henrique (PL) anunciou a doação de R$ 100 mil em sua verba indenizatória para a criação da CPI.
“Passei o ano inteiro economizando a minha cota parlamentar e não gastei um centavo dela com assessoria jurídica. Assim, estou renunciando e, se preciso for, formalmente, a tudo aquilo que economizei para ser usado em qualquer CPI proposta por deputado. Tem R$ 100 mil economizados de cota parlamentar, e eu a estou doando para quem quiser fazer uma CPI”, disse.
O parlamentar se pronunciou após reunião fechada entre os deputados estaduais para discutir críticas feitas pelo deputado federal Loester Trutis (PSL). Em sua rede social, Trutis publicou vídeo questionando o custo anunciado de R$ 200 mil para o funcionamento da CPI.
Trutis analisa que tal valor não faz sentido porque a Assembleia tem estrutura e assessorias técnicas para o trabalho de apuração. Além disso, ele atacou os parlamentares que não assinaram o requerimento do deputado Capitão Contar, também do PSL, para criar a CPI da Energisa.
Esvaziamento - Diante disso, os deputados se reuniram e decidiram esvaziar o requerimento de Contar e aderir a outro que será apresentado pelo deputado Felipe Orro (PSDB). Eles temem exploração política da CPI proposta por Contar. Dessa forma, três dos seis parlamentares que tinham assinado o requerimento anunciaram o recuo nas adesões, são eles, o próprio João Henrique, Evander Vandramini (PP) e Neno Razuk (PTB).
Orro ainda não apresentou o documento formalmente, mas na sessão desta terça-feira já buscava adesões em plenário.
A assessoria de imprensa do deputado João Henrique informou que antes de anunciar a doação da verba em plenário, o parlamentar fez estudos com sua assessoria jurídica e constatou que a destinação do dinheiro para a CPI pode ser feita sem ferir o regimento da Casa de Leis.
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