• Diretor de Redação Ulysses Serra Netto

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Comércio e reverência aos mortos

Quarta-feira, 30 Outubro de 2019 - 10:10 | Redação


Se por um lado os vendedores vem a data como oportunidade de lucro, as pessoas quem têm parentes sepúltados  tratam como uma um momento de revrência. Muitas pessoas chegam logo cedo para realizar as limpezas nos túmulos, o aposentado Assis Correa vem ao cemitérios há mais de 20 anos, visitar túmulos do entes queridos. “ O que me deixa mais chateado é por que se eu coloco uma flor ou um vaso quando for no final da tarde já não está mais, é lamentável a falta de segurança”, desabafa o aposentado.

A dona de casa Martinha Bitencourt relatou que precisou trazer de casa um balde com água para realizar a limpeza no túmulo, senti dificuldades para fazer a faxina sem água próximo ao túmulo fica difícil. Segundo ela antes havia um poço artesiano onde pegavam água para realizar a limpeza nos túmulos, mas informações da administração do cemitério  o poço foi desativado e hoje o abastecimento é feito apenas com água  da rede que abastece o Cemitério, 

Há mais de 30 anos Lidilena Costa vende flores, vasos, velas e coroas em frente ao cemitério Santo Amaro em comemoração ao Dia dos Finados, desde da última quinta-feira (24), o movimento dobrou, foram necessários contratar mais três funcionárias, a data gera emprego para quem está precisando. Durante todo o ano são realizadas as vendas, mas em novembro as vendas aumentam. “Esse é momento onde eu tiro um dinheiro extra, já que o fim do ano está chegando esse é momento de se programar”, afirma Lidilena. O movimento nas vendas de flores, velas e coroas para o Dia de Finados movimenta a economia de Campo Grande, é garantia de dinheiro extra para quem trabalha como autônomo.

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