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Capital deve sediar Liga das Nações
Quinta-feira, 14 Novembro de 2019 - 09:03 | Redação
Campo Grande voltará a receber a seleção brasileira de vôlei após 16 anos. A última vez em que o selecionado verde e amarelo esteve na Cidade Morena foi em 2004, quando derrotou Portugal pela Liga Mundial (hoje, Liga das Nações) em dois confrontos, ambos vencidos por 3 sets a zero. O Guanandizão será palco das partidas entre Brasil, Itália, Alemanha e Rússia na Liga das Nações, nos dias 19, 20 e 21 de junho de 2020.
A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) enviará representantes para vistoria no Guanandizão no dia 28 de novembro, com o objetivo de verificar o andamento das obras. “O projeto de revitalização é bastante moderno, as obras estão em um ritmo bem acelerado e tenho certeza que, apesar de a previsão de entrega ser em abril ou maio, os dirigentes da FIVB perceberão o estágio avançado das obras e principalmente o nosso empenho em trazer de volta o Guanandizão para sediar a Liga das Nações”.
O diretor-presidente da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), Marcelo Ferreira Miranda, esteve reunido na terça-feira (12.11), em Campo Grande, com dirigentes da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Em vistoria, os representantes da entidade analisaram a estrutura que desenvolve a modalidade na Capital, em especial o andamento das obras de revitalização do Ginásio Poliesportivo Avelino dos Reis, o Guanandizão, que receberá uma das etapas da Liga das Nações de Voleibol Masculino 2020.
Além da inspeção, o superintendente técnico Renato D´Avila e o gerente do setor de Captação de Recursos e Responsabilidade Social da CBV, Marcos Aurélio Gonçalves, tiveram encontro com autoridades responsáveis pela administração do voleibol na capital e no Estado, e pela reforma do ginásio. D'Avila classificou a visita como positiva. “Nossa missão foi nos reunirmos com as autoridades do governo de Mato Grosso do Sul e da federação para tratarmos da forma como o convênio que vai ser firmado entre CBV e governo será conduzido”.
Para Miranda, este é um momento único na história de Mato Grosso do Sul. “Às vésperas dos Jogos Olímpicos de Tóquio, receber a seleção brasileira e essas outras potências do vôlei mundial, coloca o evento e o Estado em outro patamar. É um momento muito positivo para o esporte sul-mato-grossense”. Segundo ele, o Estado reaproximou-se da CBV em 2016. “Conseguimos trazer três etapas, em anos consecutivos, do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia – Open (CBVP Open), que há muito tempo não vinha a Campo Grande e é uma das competições mais disputadas pelos Estados”.
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