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Campo Grande registrou a quarta variação positiva
Quinta-feira, 04 Julho de 2019 - 11:15 | Redação
Em junho de 2019, o custo do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 10 capitais e aumentou em outras sete, conforme mostra resultado da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).
As quedas mais expressivas ocorreram em Brasília (-6,65%), Aracaju (-6,14%) e Recife (-5,18%). Já as maiores altas foram registradas em Florianópolis (1,44%), Rio de Janeiro (1,16%), Belo Horizonte (1,05%) e Campo Grande (1,03%). A capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 501,68), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 498,67) e por Porto Alegre (R$ 498,41). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 383,09) e Salvador (R$ 384,76). Em 12 meses, entre junho de 2018 e o mesmo mês de 2019, todas as cidades acumularam alta, que variaram entre 6,82%, em Belém, e 17,31% em Vitória. Nos primeiros seis meses de 2019, todas as cidades acumularam aumentos, com destaque para Vitória (20,20%), Natal (16,36%) e Recife (16,34%). A menor taxa foi registrada em Campo Grande (1,29%). Com base na cesta mais cara que, em junho, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em junho de 2019, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 4.214, 62, ou 4,22 vezes o mínimo de R$ 998,00. Em maio de 2019, o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 4.259,90, ou 4,27 vezes o mínimo vigente. Já em junho de 2018, o valor necessário foi de R$ 3.804,06, ou 3,99 vezes o salário mínimo, que era de R$ 954,00.
No sexto mês do ano, Campo Grande registrou a quarta variação positiva mais expressiva entre as dezessete capitais onde é realizada a pesquisa da Cesta Básica pelo DIEESE. A alta de 1,03% representou, em valores monetários, um custo de R$ 428,33 para o conjunto de treze itens de alimentação. Em relação ao custo da cesta registrado no mês de Maio, observou-se uma alta de R$ 4,36, e o preço médio destes alimentos no primeiro semestre foi de R$ 440,97. No acumulado de 12 meses o percentual é de 12,67%, pois em Junho de 2018 a cesta básica para um indivíduo na capital morena custou R$ 380,18 - um aumento de R$ 48,15 para a cesta junina de 2019. Essa nova e moderada alta, a quarta registrada no ano, refletiu-se no valor da cesta familiar, que apresentou custo de R$ 1.284,99 – um acréscimo de R$ 13,08 na comparação com o mês de Maio. Nestes seis primeiros meses de 2019, o custo médio para aquisição desta cesta, necessária para suprir uma família composta por quatro membros, sendo dois adultos e duas crianças, foi de R$ 1.322,91.
O custo da cesta familiar em relação ao salário mínimo bruto apresentou equivalência de 1,29 vezes – discreto aumento de 0,02 p.p. na comparação com Maio, assim como o nível de comprometimento do salário mínimo líquido2 para aquisição de uma cesta básica, que apresentou alta em 0,47 p.p., uma vez que o percentual passou para 46,65% em Junho. Para os trabalhadores que recebem um salário mínimo, a jornada de trabalho necessária para adquirir uma cesta básica aumentou 57 minutos em relação à Maio, fechando em 94 horas e 25 minutos. Pela segunda vez no ano, o Pão francês registrou estabilidade de preços (0,0%), ou seja, seu preço médio permaneceu em R$ 11,23 o quilo. Revertendo as altas registradas no mês anterior, registraram quedas no preço o Arroz (-0,70%), a Farinha de Trigo (-3,55%) e o Açúcar cristal (-4,06%) – a retração mais 2 - O rendimento líquido para um salário de R$ 954,00, valor estabelecido para 2018, foi de R$ 877,68 - número obtido ao descontar 8% para a Previdência. Para o ano de 2019, com o salário estabelecido em R$ 998,00, o rendimento líquido é de R$ 918,16. expressiva registrada no país. O óleo de soja, estável no mês de Maio, apresentou queda em Junho, de (-1,89%). Pelo quarto mês consecutivo, o Feijão carioquinha (-0,85%) apresentou queda, e o Café (-4,47%), item com maior retração em Junho de 2019, está em queda pelo terceiro mês consecutivo. O preço médio do Feijão foi de R$ 5,94, e do pacote de 500 gramas de Café foi de R$ 7,31. Entre os itens que reverteram a queda de preços, temos o Tomate (0,22%), a Batata (4,85%), a Banana (4,30%), a Manteiga (1,70%) e a Carne bovina (1,09%).
O Leite de caixinha (2,09%) está em alta pelo segundo mês consecutivo, sendo de R$ 3,45 o preço médio do litro em Junho. Em 12 meses, os itens que apresentam retração mais expressiva de preços foram o Leite de caixinha (-14,39%), o Café (-14,36%) e o Óleo de soja (-4,96%). Os itens com as maiores altas foram o Feijão carioquinha (74,14%), a Batata (68,44%) e o Tomate (54,49%).
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