• Diretor de Redação Ulysses Serra Netto

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Autoridades discutem prevenção ao suicídio em MS

Quinta-feira, 26 Setembro de 2019 - 18:39 | Redação


“Valorização da vida! É sobre isso que tenho a falar. Como sou transplantado, aos que conhecem minha história, sabem que tenho autonomia para falar do valor da vida. O número de tentativas de suicídio realmente tem nos assustado, entretanto, estamos aqui para buscar soluções e fazer com que diminua esse número de mortes”, comentou o professor e Presidente do Instituto Sangue Bom, Carlos A. Rezende, conhecido como professor Carlão, durante a Audiência Pública com o tema “Setembro Amarelo: Suicídio em Alerta – nem tudo é o que parece ser”, realizada na tarde desta quinta-feira (26), no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, localizado no Parque dos Poderes.

O evento é uma iniciativa da 32ª Promotoria de Justiça de Saúde de Campo Grande, que tem como titular a Promotora de Justiça Filomena Aparecida Depolito Fluminhan, que deu abertura a audiência. “Pesquisas apontam que jovens com faixa etária de 15 a 29 anos cometem suicídio, representando a segunda principal causa de morte entre essa idade. Estamos aqui hoje para buscar soluções para combater essas estatísticas”, pontuou Drª Filomena.

Durante o evento, estiveram presentes palestrantes da área da saúde, que comentaram sobre o assunto proposto, além do professor Carlão, esteve o médico psiquiatra e PHD em saúde mental José Carlos Rosa Pires de Souza e o médico homeopata e professor de Cursos de Especialização em Homeopatia José Roberto Campos de Souza.

Após os palestrantes, foi aberto para perguntas e debates, o qual foram discutidos sobre casos conhecidos em que houve suicídios e tentativas. Uma das pautas discutidas foi o auto número de tentativas praticadas por crianças. “Atualmente conhecemos diversos casos em que crianças de apenas 7 anos de idade têm histórico com tentativas de suicídio. É preciso atitudes para mudar casos assim, desde um ‘está tudo bem?’ ou um ‘acho que posso te ajudar’. São atitudes que podem salvar vidas”, finalizou Dr. José Roberto.

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