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22 de abril de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Imagens de 2017

Capital viveu angústia da busca pelo menino Kauan

Corpo de criança que teria sido estuprada, morta e atirada em rio nunca foi localizado

31 Dez2017Valdelice Bonifácio09h00
Em julho, policiais e bombeiros fizeram várias buscas no Rio Anhanduí (Foto: Marco Miatelo)
  • Kauan Andrade Soares, 9 anos, foi visto pela última vez em 25 de junho; ele teria sido estuprado e esquartejado e o corpo nunca foi encontrado
  • Em julho, policiais e bombeiros fizeram várias buscas no Rio Anhanduí (Foto: Marco Miatelo)
  • Lixo e sujeira no Rio Anhanduí atrapalharam as buscas pelo corpo da vítima (Foto: Marco Miatelo)
  • Buscas foram realizadas após indicação de testemunhas, mas corpo nunca foi encontrado (Foto: Marco Miatelo)
  • Equipes se revezaram nas buscas pelo corpo da criança durante vários dias (Foto: Marco Miatelo)
  • Buscas pelo corpo da criança no Rio Anhanduí duraram dias, sem sucesso (Foto: Marco Miatelo)
  • O professor Deivid Almeida Lopes, de 38 anos, está preso pelo suposto assassinato de Kauan; ele nega o crime (Foto: Marco Miatelo)
  • Policiais levaram suspeito ao local onde o corpo supostamente teria sido desovado (Foto: Marco Miatelo)
  • Familiares de Kauan fizeram manifestação na qual clamaram por justiça (Foto: Divulgação)
  • Buscas tiveram fim após dias de trabalho de equipes da polícia e bombeiros em busca do corpo (Foto: Marco Miatelo)
  • Buscas tiveram fim após dias de trabalho de equipes da polícia e bombeiros em busca do corpo (Foto: Marco Miatelo)
  • Defesa de Deivid Lopes pediu que réu fosse absolvido pois não havia corpo que comprovasse o crime; Justiça negou (Foto: Marco Miatelo)
  • Caso Kauan está sendo julgado pela 7ª Vara Criminal de Campo Grande (Foto: Marco Miatelo)

Kauan Andrade Soares dos Santos. É o nome traduz momentos de tristeza e revolta que viveram os campo-grandenses neste ano. O menino de apenas nove anos foi visto pela última vez em 25 de junho.

Segundo a Polícia Civil, ele teria sido estuprado até a morte, esquartejado e atirado no Rio Anhanduí. Porém, apesar das várias buscas, o corpo dele nunca foi encontrado.

O acusado pelo crime é um professor de 38 anos que está preso. Ele nega ter feito qualquer mal à criança. Contudo, o mesmo homem é suspeito de ter molestado outros adolescentes.

As imagens desta retrospectiva em fotografias mostram as persistentes buscas pelo corpo da vítima. Os protestos da família e o acusado na delegacia. As imagens são do fotógrafo do Diário Digital Marco Miatelo e Arquivo Pessoal da própria família.

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