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22 de abril de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Imagens de 2017

Assembleia Legislativa virou praça de guerra

Manifestantes contrários à reforma da Previdência entraram em confronto com a PM

31 Dez2017Valdelice Bonifácio10h00
Manifestantes derrubaram as barreiras colocadas pelos policiais (Foto: Luciano Muta)
  • Manifestantes contrários à reforma da Previdência Estadual entraram em confronto com policiais, na Assembleia Legislativa, no dia 28 de novembro
  • Manifestantes derrubaram as barreiras colocadas pelos policiais (Foto: Luciano Muta)
  • Policial tenta conter manifestante na Assembleia Legislativa (Foto: Luciano Muta)
  • Polícia usou bombas de efeito moral para tentar conter o avanço dos manifestantes (Foto: Luciano Muta)
  • Polícia cercou à Assembleia Legislativa em 28 de novembro para votação da reforma da Previdência (Foto: Luciano Muta)
  • Protesto começou pacífico, mas terminou em confronto (Foto: Luciano Muta)
  • Manifestação atraiu servidores e sindicalistas de vários municípios (Foto: Luciano Muta)
  • Polícia Militar fez a segurança da Assembleia em dia de protestos contra reforma da Previdência (Foto: Luciano Muta)
  • Votação da reforma da Previdência desencadeou protestos de servidores públicos (Foto: Luciano Muta)
  • Portas de vidro da Assembleia Legislativa foram quebradas durante o tumulto (Foto: Luciano Muta)
  • Manifestantes invadiram Assembleia após quebra-quebra e confronto com a polícia (Foto: Luciano Muta)
  • Após quebra-quebra, um manifestante foi preso em flagrante por vandalismo (Foto: Luciano Muta)
  • Tropa de Choque vigiou manifestantes que derrubaram as barreiras para entrar na Assembleia (Foto: Luciano Muta)
  • Protegidos pela Tropa de Choque da Polícia Militar deputados estaduais aprovaram a reforma da Previdência (Foto: Luciano Muta)
  • Reforma da Previdência passou por maioria de votos; petistas votaram contra (Foto: Luciano Muta)
  • Diante dos protestos, governo alterou a reforma da Previdência (Foto: Luciano Muta)
  • Governo retirou da reforma, servidores que ganham até R$ 5,5 mil que continuarão contribuindo com 11%; os demais pagarão 14% (Foto: Luciano Muta)
  • Votação só foi possível com a proteção da Tropa de Choque da Polícia Militar (Foto: Luciano Muta)
  • Servidores ocuparam galerias da Assembleia em 28 de novembro em manifestação contra a reforma da Previdência (Foto: Luciano Muta)
  • Assembleia precisou colocar um tapume no lugar da porta quebrada (Foto: Marco Miatelo)
  • Porta foi quebrada durante os protestos contra a reforma da Previdência (Foto: Marco Miatelo)
  • Em 23 de novembro, servidores públicos invadiram o plenário e impediram que os deputados votassem a reforma da Previdência, que acabou aprovada na sessão de 28 de novembro com alterações (Foto: Luciano Muta)
  • Servidores protestaram na Assembleia Legislativa contra a votação da reforma da Previdência (Foto: Luciano Muta)
  • Graças aos protestos, governo estadual fez alterações na proposta original (Foto: Luciano Muta)
  • Manifestantes também criticaram parlamentares federais (Foto: Luciano Muta)
  • (Foto: Luciano Muta)

O ano de 2017 entrará para a história da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. No mês de novembro, a votação da reforma da Previdência estadual desencadeou vários protestos de servidores públicos e sindicalistas contrários às alterações propostas pelo governo estadual.

Em 28 de novembro, houve confronto entre os manifestantes e policiais que tiveram que usar bombas de efeito moral. As portas de vidro da Assembleia foram quebradas. Um servidor foi preso em flagrante por vandalismo. Ele foi liberado no mesmo dia após pagamento de fiança.

Esta retrospectiva em fotografias traz imagens de Luciano Muta e Marco Miatelo, nas quais é possível sentir o clima de tensão na Casa de Leis estadual.  As fotos mostram o antes e o depois do confronto, os protestos, a ação policial e o saldo do enfrentamento.

Ao final, a reforma acabou aprovada, mas com alterações que isentaram a maior parte dos servidores públicos. Quem ganha até R$ 5,5 mil continuará contribuído com 11% e os demais pagarão 14%, porém aumentado gradualmente em 1% até 2020.

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