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22 de abril de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Imagens de 2017

Deputado de MS que dançou na Câmara virou ministro

Polêmico, Carlos Marun tomou posse como ministro-chefe da Secretaria do Governo

31 Dez2017Valdelice Bonifácio12h00
Em 9 de fevereiro, foi eleito presidente da Comissão da Reforma da Previdência (Foto: Gilmar Felix/Câmara dos Deputados)
  • Carlos Marun iniciou o ano de 2017 sendo apontado como um dos principais defensores de Michel Temer na Câmara Federal
  • Em 9 de fevereiro, foi eleito presidente da Comissão da Reforma da Previdência (Foto: Gilmar Felix/Câmara dos Deputados)
  • Em 15 de Março, manifestantes contrários à Reforma da Previdência acamparam em frente à casa de Marun no residencial Damha II, em Campo Grande (Foto: Marco Miatelo)
  • No mesmo dia, Marun divulgou vídeo no qual reclamou de constrangimentos para sua família e vizinhos; atitude que indignou os manifestantes (Foto: Reprodução)
  • Manifestantes contrários à reforma mantiveram-se firmes no acampamento em frente residencial onde Marun mora com a família (Foto: Marco Miatelo)
  • Em 17 de Março, manifestantes desfizeram acampamento em frente à casa de Marun, mas mantiveram protestos pela cidade (Foto: Marco Miatelo)
  • Em 12 de setembro, Marun foi eleito relator da CPMI da JBS, escolha que indignou muitos parlamentares que não confiavam da isenção dele (Foto: Billy Boss/Câmara Federal)
  • Em sua atuação na CPMI, atacou várias vezes os integrantes do grupo JBS e defendeu o governo federal (Foto: Divulgação)
  • Em 25 de outubro, cantou e dançou no Plenário da Câmara Federal após os parlamentares rejeitarem, por maioria de votos, denúncia Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Michel Temer (Foto: reprodução)
  • Em 26 de outubro, o cantor Benito Di Paula autor da música “Tudo está em seu lugar” que Marun parafraseou para cantar e dançar na Câmara Federal reclamou da atitude do deputado: ‘foi um desrespeito.’ (Foto: Divulgação)
  • Em 22 de novembro, Marun chegou a ser anunciado como novo ministro-chefe da Secretaria de Governo, mas não tomou posse, isso porque o PSDB não havia desocupado a vaga (Foto: Marco Miatelo)
  • Em 28 de novembro, provocou o empresário Joesley Batista, dono da JBS, durante depoimento à CPI chamando de “mafiosinho de terceira categoria” que “resolveu achar que era o Al Capone”; o empresário ficou em silêncio (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
  • Em 13 de fevereiro, pressionado, Marun desistiu de pedir o indiciado do ex-procurador da República Rdrigo Janot no relatório final da CPMI; sugeriu apenas investigação profunda (Foto: Divulgação/Agência Brasil)
  • Em 15 de dezembro, Carlos Marun, enfim, tomou posse como ministro-chefe da Secretaria de Governo (Valter Campanato/Agência Brasil)
  • Ao dar posse ao novo ministro, Temer pediu dedicação máxima à reforma da Previdência (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
  • Em 20 de dezembro, Fábio Trad tomou posse na vaga de Marun na Câmara Federal; ele não sabe se votará a favor da reforma da Previdência (Foto: Reprodução)
  • Novo ministro, Marun abraçou a tarefa passada pelo presidente e já se envolveu em polêmicas (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
  • Marun cobrou reciprocidade de governadores que esperam financiamentos federais em relação à reforma da Previdência (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
  • Marun virou alvo de ameaça de processo por parte dos governadores do NE e negou ter condicionado financiamentos ao apoio à reforma da Previdência (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
  • Em 29 de dezembro, voltou a negar ter feito pressões, mas disse que não desistiria de pedir apoio para aprovar a reforma  da Previdência (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

No dia 15 de dezembro de 2017, Carlos Eduardo Xavier Marun, de 57 anos, tomou posse como ministro-chefe da Secretaria de Governo do Brasil. O deputado federal por Mato Grosso do Sul, filiado ao MDB, precisou se licenciar da Câmara Federal para assumir a nova tarefa, que, aliás, abraçou com satisfação.

Ao empossar o novo integrante de sua equipe o presidente da República Michel Temer o chamou de “orador destemido.” Ao longo de 2017, Marun fez mais do que se expressar de forma contundente no meio político. Foi capaz de cantar e dançar no plenário da Câmara Federal e discutir com uma cidadã no meio da rua em Campo Grande.

A mais recente polêmica na qual esteve envolvido tem relação com a reforma da Previdência, que tramita no Congresso Nacional. Governadores do Nordeste se sentiram pressionados com declaração do ministro na qual ele cobrou ‘reciprocidade’ dos governantes que aguardam financiamentos federais em relação à reforma.

Confira na retrospectiva fotográfica as polêmicas e a ascensão de Carlos Marun neste ano de 2017 e reveja o vídeo da polêmica performance do então deputado na Câmara Federal.

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