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21 de maio de 2018 • Ano 7
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Retrospectiva em fotolegendas

Em 2016, cemitério clandestino de serial killer causou arrepios

Nando e comparsas mataram ao menos 12 pessoas no Danúbio Azul e sepultaram em área no Jardim Veraneio; confira nas fotolegendas

29 Dez201613h00
Em novembro, a Polícia Civil descobriu um dos maiores extermínios de Mato Grosso do Sul, na Operação Danúbio Livre realizada no Bairro Danúbio Azul, em Campo Grande
  • Nando, o chefe da organização criminosa que matou ao menos 12, se mostra à vontade na presença da imprensa durante às escavações em busca de ossadas
  • Em novembro, a Polícia Civil descobriu um dos maiores extermínios de Mato Grosso do Sul, na Operação Danúbio Livre realizada no Bairro Danúbio Azul, em Campo Grande
  • Luis Alves Martins “Nando”, 49 anos, é identificado como líder de uma organização criminosa, cujos integrantes se diziam justiceiros
  • Grupo confessou ter matado e sepultado ao menos 12 pessoas, mas a polícia suspeita que o número de vítimas possa chegar a 20; vítimas eram enterradas em área de matagal no Jardim Veraneio, na Capital
  • Para a polícia, a organização criminosa mantinha uma rede de exploração sexual  e distribuição de drogas, no Danúbio Azul.
  • Jovens e adolescentes aliciados  para se prostituir e vender entorpecentes eram assassinados quando se tornavam  uma ameaça para a quadrilha de Nando.
  • Nando revelou à polícia que  matava as suas vítimas estranguladas, pois não aguentava ver sangue por conta que sua mãe morreu durante uma violência domestica
  • O líder do bando é o único que sabe onde todos os corpos estão enterrados; o local escolhido  para cemitério clandestino são áreas de matagal no Jardim Veraneio.
  • Comparsas de Nando também foram levados pela Polícia Civil para ajudar nas buscas por ossadas no cemitério clandestino
  • Do cemitério clandestino, a Polícia Civil já retirou 10 ossadas, todas foram encaminhadas para exames de reconhecimento
  • Nando relata detalhes de cada assassinato com frieza; ele está preso no sistema penal assim como outras cinco pessoas integrantes do grupo
  • Buscas pelas ossadas continuarão neste fim de ano na área escolhida para ser cemitério clandestino

Fotos: Marco Miatelo e Polícia Civil

Textos e edição: Valdelice Bonifácio

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