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21 de abril de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Aposentadorias

Professores querem negociar dias parados após fim da greve

Neste sábado, às 14h, profissionais da educação discutirão os rumos do movimento

17 Mar2017Valdelice Bonifácio17h05

Em greve desde quarta-feira, 15 de março, contra a proposta de Reforma da Previdência que tramita no Congresso Nacional, os professores da rede pública estadual pretendem negociar os dias parados com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assim que o movimento terminar. “Isso sempre foi assim. Sempre negociamos. Logo que a greve terminar, vamos sentar e conversar”, informou o presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de MS (Fetems) Roberto Botarelli, durante manifestação, em Campo Grande, nesta sexta-feira, 17 de março.

Na quinta-feira, 16, o governador reiterou que vai cortar o ponto dos grevistas. O chefe do Poder Executivo estadual voltou a dizer que não concorda com a paralisação porque prejudica os alunos e, além disso, segundo ele, não há razões para greve em MS, onde os salários são os maiores do País e pagos em dia.

Contudo, os grevistas acreditam que após a negociação, não haverá corte de ponto e sim reposição dos dias parados. Eles alegam que se o dia de trabalho for descontado não são obrigados a fazer reposições.

A Fetems afirma que a greve segue forte principalmente no interior do Estado. Hoje, não foi repassado nenhum balanço da paralisação. Um levantamento deverá ser apresentado amanhã, às 14h, durante assembleia da categoria na sede da Fetems, no Bairro Amambaí, em Campo Grande,. Na mesma ocasião, será avaliada a continuidade ou não do movimento grevista.

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