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Dayene Paz | Quarta, 4 de Janeiro de 2017 - 10h13População questiona não pagamento de água e luz por parte da prefeituraLevantamento apontou débitos da prefeitura, nos últimos seis meses, de água e energia elétrica

População questiona porque não houve pagamento de contas e afirmam ser 'irresponsabilidade'
População questiona porque não houve pagamento de contas e afirmam ser 'irresponsabilidade' (Foto: Luciano Muta)

Após a repercussão sobre o não pagamento de água e luz por parte da prefeitura de Campo Grande, ainda na gestão de Alcides Bernal, a população reclama e questiona porque não houve o corte da energia elétrica e da água no Paço Municipal. "Deixamos de pagar e em dois meses já temos a energia cortada, a punição tem que ser para todos", afirma uma mulher que preferiu não ser identificada.

Para a comerciante Márcia Campos, uma irresponsabilidade. "É o mínimo que se tem que fazer, uma obrigação deles, cumprimento de um compromisso. Mas estou desacreditada da política, queria que os trabalhadores com cargos públicos tivessem que usar obrigatoriamente os serviços públicos", completa a comerciante.

Outro comerciante da região central de Campo Grande, Luiz Carlos afirma que é um desrespeito com a população. "Espero que melhore algum dia", lamenta.

A reportagem do Diário Digital entrou em contato com a empresa responsável pelo fornecimento de energia elétrica, que informou que não há diferença entre clientes, sendo pessoa física ou jurídica. "A Energisa esclarece que não há diferenciação de atendimento aos seus clientes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, e obedece a regulamentação (resolução da ANEEL 414/2010) sobre as condições gerais de fornecimento de energia elétrica. A empresa ressalta ainda vem atuando fortemente em ações de mobilização para a negociações de débitos, evitando corte e a negativação de clientes junto aos órgãos de proteção ao crédito e restrições junto a instituições financeiras e ao comércio", informou em nota.

Falta de pagamento - Um levantamento feito pela equipe de Marquinhos Trad (PSD) nas finanças do município apontaram uma dívida ativa de R$ 2 bilhões, mas atualmente tem débitos com vários fornecedores e, inclusive, não pagou, nos últimos seis meses, as contas de água e energia elétrica do Paço Municipal e outros órgãos públicos, acumulando dívida de R$ 12 milhões. 

Conforme o prefeito, faltou um esforço de arrecadação da gestão anterior de Alcides Bernal (PP) para recuperar esta dívida ativa bilionária. Ele já encarregou sua equipe de estudar formas de receber esse dinheiro. Os créditos a receber incluem dívidas de IPTU, ISSQN, ITBI e outros. 

Outro lado - Alcides Bernal (PP) negou as afirmações feitas por Marquinhos Trad. “Isso sequer faz sentido. Se as contas tivessem ficado seis meses sem pagar, a água e a energia elétrica teriam sido cortadas. Isso não aconteceu. Não existe essa dívida”, informou o ex-prefeito.

(Editada às 11h15, para acréscimo de informações)

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