Campo Grande •16 de Dezembro de 2017  • Ano 6
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Laureano Secundo | Terça, 14 de Março de 2017 - 11h59PEC do Teto passa pela CCJComissão encaminha votação para o plenário

Proposta encaminhada pelo Governo agora para o Plenário da Assembleia Legislativa
Proposta encaminhada pelo Governo agora para o Plenário da Assembleia Legislativa (Foto: Victor Chileno)

Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 001/2017, do Poder Executivo, que institui o Regime de Limitação de Gastos ao Governo do Estado foi aprovada pelos deputados membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa. A proposta acrescenta cinco artigos (do 55 ao 59) ao Ato das Disposições Gerais e Transitórias, discriminando a destinação de despesas a serem realizadas durante os próximos dez anos.

Os deputados Beto Pereira (PSDB) e Renato Câmara (PMDB) acompanharam o parecer do relator, favorável ao projeto. “Não se trata de uma PEC do fim do mundo, como muitos estão dizendo, mas da PEC da responsabilidade, porque o Governo não pode dar o que não tem”, comentou Professor Rinaldo, que também é líder do Governo do Estado na Casa de Leis. Renato Câmara enfatizou que “não existe vara de condão” e que a conjuntura econômica exige medidas urgentes por parte do governo.

Foram contrários ao parecer do tucano os deputados Lidio Lopes (PEN) e Pedro Kemp (PT), que apresentou voto em separado, demonstrando preocupação com os reflexos do projeto junto à população. “A PEC congela as despesas primárias, com saúde, educação, custeio, entre outras, pelos próximos dez anos, o que ocasionará perdas imensuráveis e um retrocesso jamais imaginado, com lesões gravíssimas aos direitos sociais em nosso Estado”, enfatizou o petista. Para ele, o projeto é inconstitucional e fere a independência dos Poderes. As prerrogativas da Assembleia Legislativa, nos debates da Lei Orçamentária Anual (LOA), também seriam prejudicadas. “É uma hipertrofia do Executivo, que afronta os artigos 173 e 254 da Constituição Estadual ao solapar os direitos fundamentais com medidas draconianas [excessivamente severas]”.  

 

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