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13 de novembro de 2018 • Ano 7
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Eleições 2018

‘Meu trabalho merece ter continuidade’

Senador Waldemir Moka concedeu entrevista aos veículos da Rede MS nesta sexta-feira

14 Set2018Valdelice Bonifácio14h15
Senador durante entrevista do programa de rádio Noticidade da FM 97,9 (Foto: Luciano Muta)
  • Waldemir Moka busca um novo mandato de senador pelo MDB
  • Senador durante entrevista do programa de rádio Noticidade da FM 97,9 (Foto: Luciano Muta)
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  • (Foto: Luiz Alberto)

O senador Waldemir Moka Miranda de Britto, de 66 anos, concorre à reeleição pelo MDB. Ele foi sexto concorrente ao cargo a participar da rodada de entrevistas da Rede MS. O parlamentar falou nesta sexta-feira, 14 de setembro, ao programa de rádio Noticidade da FM Cidade 97,9, ao Balanço Geral de TV MS Record ao Diário Digital.

Waldemir Moka é médico e professor, tendo iniciado a vida pública no movimento estudantil em 1976. Ele já foi vereador por Campo Grande, deputado estadual por três mandatos, deputado federal também por três mandatos e atualmente está concluindo seu primeiro mandato como senador. Moka busca a reeleição tendo como suplentes Maria Emília Ramalho Sulzer e Zelir Antonio Maggioni, o Mano, ambos do MDB.

O senador afirma que merece um novo mandato porque seu trabalho tem sido destaque no Congresso a ponto de ter sido nomeado para relator-geral do Orçamento de 2019. O último sul-mato-grossense neste posto foi Ramez Tebet. “Tenho feito um bom trabalho. Além disso, tenho orgulho em dizer que nos meus 36 anos de vida pública, nunca respondi a nenhum processo político e nunca fui citado em escândalos e falcatruas”, diz. Em relação ao discurso dos adversários que pregam renovação, Moka explica que responde a isso com sua trajetória. “Tem que renovar quando não se cumpre com seu dever o que não é o meu caso.”

Moka cita que em seu primeiro mandato apresentou propostas importantes para a população, tais como o projeto que retira impostos de alimentos para diabéticos, a matéria que dá estabilidade temporária a empregados em tratamento de câncer, e o que obriga presos a pagarem suas despesas na prisão, entre outras. Todas já foram aprovadas no Senado e tramitam na Câmara Federal.

Caso conquiste um segundo mandato, Moka pretende se dedicar à conclusão da chamada Rota Bioceânica – que liga Mato Grosso do Sul ao Oceano Pacífico. Outra prioridade é fazer com a União invista mais em saúde. “Hoje, os municípios são obrigados a investir 15% em saúde e os estados 12%. Já União que fica com a maior parte dos recursos não tem percentual mínimo nenhum. Queremos que o governo federal invista pelo menos 10%”, enfatiza. “Já perdemos em duas votações. Mas, não desistimos. Vou continuar lutando por este percentual.”

Ao contrário da maioria de seus adversários, Moka defende a reforma trabalhista já implementada no País. “O trabalhador não perdeu qualquer direito (...) O terceirizado agora pode ser empregado sem receio. Ele que não tinha 13º que não tinha férias, agora passa a ter. As leis trabalhistas eram muito antigas, precisávamos avançar”, avalia.

O senador afirma que é independente em relação ao governo de Michel Temer que também é do MDB. “Nem satisfeito e nem insatisfeito. Sou independente. Já questionei propostas como, por exemplo, a da Previdência, quando ele enviou para o Congresso. Tinha pontos que eu discordava e me posicionei”, explica.

Moka considera ainda que Henrique Meirelles, candidato do MDB à presidência da República, é um “ótimo nome” e defende a eleição dele. Sobre as eleições no Estado, o senador considera que Júnior Mochi, candidato a governador pelo MDB, é capacitado para o posto e acredita que ele possa chegar ao segundo turno do pleito.

A rodada de entrevistas dos veículos da Rede MS com os postulantes ao Senado continua. Na próxima segunda-feira, dia 17 de Setembro, é a vez  de Soraya Vieira Thronicke, que concorre pelo PSL, falar aos programas Noticidade, Balanço Geral e ao portal online Diário Digital.

Todos os 13 candidatos a senador foram convidados a participar da rodada de entrevistas. A ordem foi definida por sorteio em reunião com os representantes dos candidatos na sede da TV MS Record. O tempo e espaço dado aos concorrentes é o mesmo para todos, conforme as regras definidas pela casa.

Os postulantes falam por 15 minutos ao programa de rádio Noticidade a partir das 12h10 e também por 15 minutos ao programa de TV Balanço Geral a partir das 12h40. Por fim, o candidato concede entrevista ao Diário Digital sem tempo definido, mas com a garantia de mesmo destaque de capa a todos os participantes.

Neste ano, estão em disputa duas vagas de senador. O primeiro turno das eleições está marcado para 7 de Outubro. E o segundo 28 de Outubro.

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