Campo Grande •19 de Novembro de 2017  • Ano 6
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Valdelice Bonifácio, com Thiago Bonfim da TV MS Recordo | Quarta, 12 de Julho de 2017 - 17h52'Meu pai não era agiota', diz filho de agronômo mortoNa saída da delegacia, o rapaz defendeu o pai das suspeitas de agiotagem

(Foto: Reprodução/Facebook)

Prestou depoimento na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio (DEH), de Campo Grande, o filho de Sebastião Mauro Fenerich, 69 anos, cujo corpo foi encontrado carbonizado dentro de um veículo incendiado na tarde de segunda-feira, 10 de julho, no Jardim Seminário, em Campo Grande. Na saída da delegacia, o rapaz defendeu o pai das suspeitas de agiotagem. “Meu pai não era agiota”, assegurou Diego Fenerich.

A Polícia Civil investiga a ligação entre a morte de Sebastião Mauro Fenerich e os cheques encontrados em sua residência, na Vila Planalto. A suspeita era de ligação com agiotagem, pois havia cheques de pessoas diferentes e de valores diversos também. Os cheques eram pré-datados.

Um das lâminas, inclusive, estava em nome do deputado estadual Maurício Picarelli (PSDB). Em nota encaminhada à imprensa, o deputado admitiu ter feito negócio particular com o mesmo e possuo os documentos que serão apresentados à Justiça, caso requerido.

“O cheque em poder do Senhor Sebastião Mauro Fenerich por minha pessoa foi emitido em 2014, encontrava-se vencido tendo sido, portanto, substituído por título de crédito executivo extrajudicial. Neste momento de dor, apresento moção de pesar a família do mesmo”, disse o parlamentar em nota.

Na mesma nota, o parlamentar informa que Sebastião trabalhava para o ex-deputado Jerson Domingos -- atual conselheiro do Tribunal de Contas -- e que era pessoa conhecido de todos na Assembleia Legislativa.

Diego, o filho de Sebastião, ainda está tentando liberar o corpo do pai do Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol). Segundo ele, a família está “num momento de dor.”

Crime - No dia crime testemunhas viram dois homens ateando fogo no veículo, na Rua Corguinho, e depois partindo em uma caminhonete. Ninguém foi preso até o momento.

O carro ficou completamente destruído. Inicialmente, os bombeiros sequer conseguiam identificar o sexo da vítima devido ao estado do cadáver. Porém, mais tarde a Polícia Civil descobriu que se tratava do agrônomo.

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