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24 de agosto de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
TV MS Record

‘Há quem não goste, mas vou fiscalizar’

Prefeito de Campo Grande tem investigado pessoalmente as denúncias que recebe da população

11 Fev2019Valdelice Bonifácio13h50
(Foto: Marco Miatelo)
  • Prefeito Marquinhos Trad durante entrevista ao apresentador Guto Dobes, no Balanço Geral MS
  • (Foto: Marco Miatelo)
  • (Foto: Marco Miatelo)
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  • (Foto: Marco Miatelo)
  • (Foto: Marco Miatelo)

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) tem dedicado parte do seu tempo a fiscalizar pessoalmente o funcionamento das unidades de saúde de Campo Grande. Segundo o prefeito, sua atitude nem sempre é bem vista pelo funcionalismo, mas ele pretende continuar o trabalho mesmo assim.  

“Muitos funcionários não gostam da visita que o Marquinhos tem feito. Ninguém gosta de ser monitorado ou fiscalizado (...) Tem gente que diz 'eu sou doutor, estudei e ele (prefeito) vem aqui... Deixa que quando ele sair a gente desconta', e desconta no cidadão”, afirmou o prefeito durante entrevista ao programa Balanço Geral, da TV MS Record.

Marquinhos admite que a prefeitura ainda não oferece tudo o que o funcionalismo merece, por falta de condições. “Não temos dinheiro para pagar salários maiores, por exemplo. Temos dinheiro para pagar aquilo que foi combinado (...) Estamos visitando, sem objetivo de perseguir qualquer classe ou categoria", garantiu o prefeito.

Marquinhos revelou que tem recebido muitas reclamações pelo WhatsApp. “Chegam muitas queixas de infrações de trânsito, do funcionamento das escolas infantis municipais, do atendimento no CCZ e outras. Para saber se as reclamações são justas, prefiro sair da minha sala e visitar as unidades”, relatou.

'Chega de picuinhas' – O prefeito da Capital também comentou a polêmica em função da mudança de nomenclatura da Guarda Municipal que passou a ser Polícia Municipal. “É preciso parar de picuinhas e pensar na população”, disse durante a entrevista. Para o prefeito, não há motivos para não chamar Polícia Municipal pois ele considera que a corporação está preparada para isso.

“Se estão autorizados, se podem usar armas, porque não chamar de polícia? Quando mudou o nome criou-se um ciúme enorme. Conversamos com o secretário de Segurança e com os comandantes. Dissemos a eles que, pelo amor de Deus, não pode haver briga por causa de uma nomenclatura e deixar a população à deriva. A polícia do município é valoroza, combatente, formada por homens e mulheres que querem ajudar (....) Tem que acabar com picuinhas e pensar na população”, desabafou.

Além do Balanço Geral, Marquinhos Trad também concedeu entrevista ao programa de rádio Noticidade, da FM Cidade 97,9. O Balanço Geral vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre a partir das 11h. E o Noticidade começa às 12h.

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