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19 de junho de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Assembleia Legislativa

CPI dos fantasmas tem apoio de doze deputados

Requerimento é de Marquinhos Trad, chamado de fantasma em campanha eleitoral

6 Out2016Valdelice Bonifácio13h47

Com “objetivo apurar as denúncias de prática de nepotismo e de existência de servidores 'fantasmas' lotados nos gabinetes parlamentares ou em qualquer diretoria, secretaria ou qualquer outro órgão” da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul foi apresentado nesta quinta-feira, 6 de outubro, o requerimento para instituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

O requerimento foi apresentado por Marquinhos Trad (PSD), com a assinatura de outros 11 parlamentares, Amarildo Cruz (PT), João Grandão (PT), Pedro Kemp (PT), Cabo Almi (PT), Zé Teixeira (DEM), Beto Pereira (PSDB), Lídio Lopes (PEN), Coronel David (PSC), Professor Rinaldo (PSDB), Renato Câmara (PMDB) e Marcio Fernandes (PMDB).

Marquinhos decidiu propor a CPI após ser acusado, por adversários na disputa pela prefeitura de Campo Grande, de ser servidor fantasma da Assembleia Legislativa. Segundo os acusadores, Marquinhos estava nomeado no gabinete do pai Nelson Trad, no período em que estudava no Rio de Janeiro. O parlamentar nega as suspeitas e, por meio da CPI, pretende provar que foi acusado injustamente.

O pedido de abertura da CPI delimita a investigação desde o ano de 1986 até a data de apresentação do requerimento e informa que o prazo para conclusão dos trabalhos será de 120 dias, sendo a comissão formada por cinco parlamentares titulares e cinco suplentes. A questão de ordem para apresentação do requerimento foi recebida pela Mesa Diretora e o documento encaminhado à Diretoria Geral Legislativa para os procedimentos necessários estabelecidos no Regimento Interno da Casa de Leis.

(As informações são da Assembleia Legislativa de MS)

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