Menu
20 de fevereiro de 2020 • Ano 9
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Morte a esclarecer

Homem é encontrado morto em kitinete

Há suspeita de ele tenha morrido de parada cardíaca após consumir grande quantidade de energético

11 Jan2020Thays Schneider11h15
(Foto: Marco Miatelo)
  • Amigos lametam a morte do jovem
  • (Foto: Marco Miatelo)
  • (Foto: Marco Miatelo)
  • (Foto: Marco Miatelo)

O homem de 32 anos foi encontrado morto depois que os vizinhos perceberam o mau cheiro que exalava da casa onde ele morava. Júlio César Santana residia em uma pequeno condomínio formado por três kitinetes na rua Matheus de Souza, no Bairro Tarumã. Um casal, que também mora no local, sentiu o forte odor e depois de verificar que o vizinho estava morto acionou a polícia.

Informações preliminares apontam que Júlio Cesar possa ter sofrido um infarto após ingerir uma grande quantidade de energético. No entanto a real causa da morte será apontada pelo laudo do Imol, o Instituto de Medicina e Odontologia Legal. De acordo com a proprietária da casa onde a vítima morava de aluguel, na última quinta-feira (09), ela foi até a kitinete de Júlio, chamou, mas ninguém atendeu. Quando ela abriu a porta, viu que ele estava dormindo e  preferiu não incomodar. A dona do imóvel que prefere não se identificar, acredita que ele já estaria morto, pois neste sábado foi encontrado na mesma posição que estava deitado.

Vizinhos que moram ao lado da casa onde Júlio vivia relataram que o mesmo recebeu a  namorada em casa e depois nunca mais foi visto.  “Ele sumiu, faz dias que não vimos ele, hoje cedo já não aguentava mais o cheiro foi quando meu marido abriu a porta e viu ele morto, foi um susto uma pessoa tão querida por todos”, afirma uma vizinha que não quis se identificar.

A proprietária do imóvel explicou que Júlio era da Bahia e há oito anos morava em Campo Grande. Ele não teria parentes aqui no Estado e  um irmão que reside em São Paulo está vindo para Capital para resolver os trâmites do velório.

“Lamentamos, um jovem tão querido e trabalhador morrer dessa forma, mas Deus sabe o que faz”, diz a amiga de Júlio. O rapaz trabalhava em um supermercado da Capital. Peritos da Polícia Civil estiveram no local e o caso será apurado como morte a esclarecer já que, em princípio, a vítima não apresentava sinais de violência.

 

Veja Também