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20 de junho de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Em Campo Grande

Adiado julgamento de Olarte por falta de quórum

Motivo foi a falta de quórum para realizar o julgamento

23 Ago2017Dayene Paz10h19

Marcado para acontecer nesta terça-feira, dia 23, o julgamento do ex-prefeito Gilmar Olarte, foi adiado para o dia 13 de setembro pelo presidente da Seção Especial Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Paschoal Carmello Leandro. O motivo foi a falta de quórum para realizar o julgamento. Seriam necessários sete integrantes da Seção Especial Criminal, mas quatro estavam impedidos, um de férias e o outro entrou com atestado nesta segunda-feira, 22.

O julgamento decide sobre o futuro de Gilmar Olarte, que entrou com recurso após ter sido condenado, em maio deste ano, a oito anos e quatro meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O réu Gilmar Antunes Olarte não compareceu a sessão e nem seus advogados de defesa Renê Siufi e Honório Suguita. Ao final foi decretado com votação unanime a pena de 8 anos 4 meses e 44 dias de multa, sendo 1/10 do salário mínimo. 

Além de Olarte foram condenados Luiz Márcio dos Santos a 2 anos de tratamento ambulatório e Ronan Edson Feitosa de Lima, por 3 anos e 11 meses de prisão e 21 dias de multa, sendo equivalente 1/30 avos do salário mínimo antigo.
 
Para o relator, o ex-prefeito não provou que houve conspiração contra ele, sendo que  os  fatos apontados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) foram comprovados. 

Os envolvidos teriam sido acusados de terem  usado a boa fé dos fiéis, que deram cheques em branco para o pastor na esperança de obter cargos na prefeitura e ganhar concessões de terrenos públicos. 

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