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21 de setembro de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Acolhimento

Ribas do Rio Pardo terá Sala Lilás para acolher mulheres vítimas de violência

RMulheres que sofreram qualquer tipo de agressão ficarão em em espaço exclusivo na Delegacia

22 Ago2019Da redação20h20

     Será inaugurada nesta sexta-feira (23), na Delegacia de Polícia de Ribas do Rio Pardo, a segunda Sala Lilás do Mato Grosso do Sul, para atendimento de mulheres, crianças e meninas vítimas de violência, preservando-as da espera na recepção comum.

O projeto é resultado de uma parceria da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul com a Prefeitura Municipal de Ribas do Rio Pardo, que realizou as obras de reforma e ampliação do espaço da Delegacia de Polícia Civil local.

A “Sala Lilás”, tem como característica ser um espaço acolhedor, exclusivo para crianças, meninas e mulheres vítimas de violência física e sexual, onde podem aguardar a realização de exame de corpo de delito com mais conforto e privacidade. Com ambientação aconchegante e com a proposta de humanizar o atendimento às vítimas de violência doméstica e familiar, a Sala Lilás é equipada com brinquedos, livros e atendimento com psicóloga. 

Outras unidades - Em novembro de 2017 o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul inaugurou a primeira “Sala Lilás” no prédio do Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL), em Campo Grande, essa ideia serviu de modelo para outra instituição da segurança pública estadual.

No dia 7 de agosto, o município de Sidrolândia recebeu a Sala Lilás e que está em implantação também nas delegacias dos municípios de Amambai, Rio Negro e Bonito, aprimorando o serviço de proteção oferecido às mulheres em situação de violência.

Mato Grosso do Sul se desponta como uma das unidades da Federação mais avançada na proteção dos direitos da mulher, contudo, dos 79 municípios existentes, apenas 12 possuem Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).

A implementação das “Salas Lilás” visa reparar esse déficit instalando uma “célula” da DEAM em cada Delegacia do Estado.

O local propõe o acolhimento da mulher que tenha passado por qualquer tipo de violência doméstica e com a segurança de que ninguém saberá qual foi a violência que sofreu, não colocando a vítima em situações de constrangimento e trabalhando em favor da dignidade da pessoa humana.

 

 

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