Campo Grande •25 de Novembro de 2017  • Ano 6
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Elaine Silva - Especial para Diário Digital | Terça, 14 de Novembro de 2017 - 09h15PF cumpre mandado de prisão e leva PuccinelliEx-governador pode ter mandato de prisão preventiva

  
Detalhes da operação serão informados ainda nessa manhã (Foto: Luciano Muta)
  • Detalhes da operação serão informados ainda nessa manhã
  • Advogado Renê Siufi (Foto: Luciano Muta)
  • Uma das testemunhas convocados pela PF (Foto: Luciano Muta)
  • Minutos antes da saída do ex-governador (Foto: Luciano Muta)
  • (Foto: Luciano Muta)
  • Testemunhas da PF (Foto: Luciano Muta)
  • (Foto: Luciano Muta)
  • (Foto: Luciano Muta)

O ex-governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli e o filho, o advogado André Puccinelli Junior, estão sendo encaminhados para a sede da Polícia Federal (PF). Eles são alvo da quinta fase da Operação Lama Asfáltica, deflagrada hoje (14) pela PF, Controladoria Geral da União e a Receita Federal.

Puccinelli foi encaminhado por volta das 08h30 do seu apartamento, localizado na avenida Euclides da Cunha com Rio Grande do Sul, no centro de Campo Grande. Já o seu filho, supostamente já estaria na sede da PF. Além do apartamento, na Capital, o Instituto de Ensino Jurídico Ícone também é um dos alvos da operação.

"Eles realizaram busca e apreensão no apartamento e ele (André) foi levado para prestar esclarecimento. Vou saber se ele tem mandado de prisão preventiva quando chegar lá", afirma o advogado do ex-governador, Renê Siufi. 

Antes das 06h20 a PF convocou dois empresários que estavam saindo de um comércio na região. "Acompanhamos as buscas na casa do ex-governador e do seu vizinho, eles levaram somente alguns papeis. O Puccinelli estava bem tranquilo", conta o empresário José Márcio Andrade de Barros.

Operação -  A investigação tem como objetivo desbaratar Organização Criminosa que desviou recursos públicos por meio do direcionamento de licitações públicas, superfaturamento de obras públicas, aquisição fictícia ou ilícita de produtos, financiamento de atividades privadas sem relação com a atividade-fim de empresas estatais, concessão de créditos tributários com vistas ao recebimento de propina e corrupção de agentes públicos. Os recursos desviados passaram por processos elaborados de ocultação da origem, resultando na configuração do delito de lavagem de dinheiro.

Estão sendo cumpridos dois (2) Mandados de Prisão Preventiva, dois (2) Mandados de Prisão Temporária, seis (6) Mandados de Condução Coercitiva, 24 Mandados de Busca e Apreensão, além do sequestro de valores nas contas bancárias de pessoas físicas e empresas investigadas. As medidas estão sendo cumpridas em Campo Grande/MS, Nioaque/MS, Aquidauana/MS e São Paulo/SP, com a participação de mais de 300 Policiais Federais, servidores da CGU e servidores da Receita Federal.

 

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