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Valdelice Bonifácio | Terça, 29 de Agosto de 2017 - 19h39Governador manda PGE e CGE acompanharem AntivírusGovernador Reinaldo Azambuja manifestou apoio às investigações do Gaeco

  
Parte dos presos na Operação Antivírus foi levada nesta terça-feira para o Centro de Triagem, no Complexo Penal do Jardim Noroeste (Foto: Rodrigo Silva/TV MS Record)
  • Parte dos presos na Operação Antivírus foi levada nesta terça-feira para o Centro de Triagem, no Complexo Penal do Jardim Noroeste
  • (Foto: Rodrigo Silva/TV MS Record)
  • (Foto: Rodrigo Silva/TV MS Record)
  • (Foto: Rodrigo Silva/TV MS Record)
  • (Foto: Rodrigo Silva/TV MS Record)

A Procuradoria Geral do Estado (PGEMS) e à Controladoria Geral do Estado (CGEMS) farão rigoroso acompanhamento da Operação Antivirus, deflagrada nesta terça-feira, 29 de agosto, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e que teve o Detran-MS como alvo principal. A determinação é do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB).

Conforme a assessoria de imprensa, o governador recebeu as primeiras informações sobre o caso ainda em São Paulo, onde cumpre agenda oficial desde a quinta-feira. O governador manifestou apoio às investigações  e aguarda esclarecimentos dos órgãos de controle para definir as medidas legais cabíveis no âmbito da Administração Pública.

Não foi informado como ficará o comando do Detran-MS, já que o diretor-presidente Gerson Claro e outros diretores foram presos na operação. Porém, é aguardado que no retorno da viagem, o governador já anuncie nomes para ocupar os cargos vagos.

Presos - Além de Gerson Claro, também foram presos na Operação o diretor-adjunto do Detran-MS Donizete Aparecido da Silva, o chefe de departamento Erico Mendonça, o Diretor de Administração e Finanças  Celso Braz de Oliveira Santos e o Diretor de Tecnologia Gerson Tomi. A prisão deles é preventiva, ou seja, não têm data para terminar.

Também foram presos suspeitos de envolvimento do esquema criminoso que teria fraudado licitações o ex-deputado estadual Ary Rigo, Jonas Schimidt das Neves, sócio da empresa DIGITHOBRASIL e seu secretário Claudinei Mastins Rômulo; José do Patrocínio Filho, Fernando Roger Daga e Anderson da Silva Campos, sócios e ex-sócio da empresa Pirâmide Informática; Luiz Alberto de Oliveira Azevedo, servidor público estadual lotado na Secretaria de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

Crimes - Segundo as investigações, os presos faziam parte de organização criminosa voltada à prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As investigações começaram em 2015 e tem como objeto contratos celebrados entre empresas da área de tecnologia da informação/informática e o Poder Público Estadual.

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