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1 de junho de 2020 • Ano 9
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Caso Graziela

Perícia encontra sinais de sangue no carro de marido

Com uso de luminol, investigação detecta vestígios no banco traseiro

22 Mai2020Da Redação11h35
(Foto: Divulgação)
  • Veículo de marido suspeito de feminicídio passou por perícia com luminol
  • (Foto: Divulgação)

Após passar por perícia, o veículo do marido de Graziela Rubiano apresentou vestígios de sangue. Para o exame pericial foi usado o reagente luminol que detectou presença de sangue no assento traseiro. O veículo Corsa Sedan de cor preta pertence a Rômulo Rodrigues, de 33 anos, que está preso como principal suspeito do homicídio da esposa. Ela está desaparecida há 47 dias e o corpo não foi encontrado.

A Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros chegaram a fazer buscas por Graziela Pinheiro Rubiano, 36 anos, no Balneário Atlântico onde foi vista pela última vez na companhia do marido Rômulo Rodrigues Dias. Ele está preso desde o dia 19 de abril. As buscas dessa quinta-feira (21) foram feitas em dois locais:  na região do bairro Noroeste em uma mata fechada e no Balneário. O Corpo de Bombeiros usou dois cães para tentar encontrar o corpo de Graziela. Nada foi localizado.

Na noite de quarta-feira (20), a polícia esteve na residência do casal, no bairro Jockey Clube, para fazer teste com luminol e confirmou vestígios de sangue que foram lavados. Os sinais estavam no quarto do casal e também no tanque e na pia, além de uma toalha e escova de lavar roupa. Com as amostras recolhidas no local, de acordo com a polícia, será possível saber se realmente trata-se de sangue humano. Em caso de sangue humano, será confrontado o DNA recolhido com o de familiares de Graziela.

 Depois de ser preso, o marido de Graziela mudou três vezes a versão do desaparecimento dela, mas não confessou o crime de homicídio. Ele afirmou que o último local onde viu a esposa foi no Balneário Atlântico, na saída para Três Lagoas, onde teria comprado uma área.

A suspeita é que após ser morta em casa, Graziela teve o corpo transportado no veículo. O caso está sendo apurado pela Delegacia Especializada de Homicídios. O que chamou atenção da polícia é que no dia seguinte ao desaparecimento dela, mesmo sem notícias da esposa, ele foi até a empresa deixar as coisas de Graziela e avisar que ela não iria trabalhar. Rômulo não procurou a delegacia ou familiares da esposa. Quem registrou o boletim de desaparecimento foram amigas de Graziela que procuraram a Polícia Civil.

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