Campo Grande •24 de Setembro de 2017  • Ano 6
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Da redação | Quinta, 15 de Setembro de 2016 - 15h56Pente-fino retira 87 celulares, carregadores, chips e drogas da MáximaEsta é a segunda operação realizada pela agepen em menos de um mês

(Foto: Divulgação/Agepen)

 A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) realizou na manhã desta quinta-feira (15) uma operação pente-fino na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande. A operação mobilizou 22 agentes penitenciários. A vistoria no presídio teve início às 8 horas e foi encerrada por volta das 12h30.

Segundo o diretor-presidente da Agepen, Ailton Stropa Garcia,  ação de rotina faz parte das atividades programadas pela agência penitenciária, objetivando o reforço na segurança da unidade penal. “Essa é a segunda operação pente-fino realizada na máxima em menos de um mês. No dia 24 de agosto realizamos uma vistoria geral no local, e no início de julho também”, informa.

A ação foi coordenada pela Diretoria de Operações da Agepen e contou com apoio de 63 policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar, que realizaram a contenção dos presos para que os agentes penitenciários realizassem as revistas no presídio em busca de materiais proibidos. Os trabalhos foram acompanhados pelo diretor de Operações Reginaldo Francisco Régis e por servidores da Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário (Gisp).

Conforme relatório apresentado pela direção da penitenciária, as revistas foram realizadas em todas as celas do pavilhão 1, tendo sido apreendidos 87 celulares, 39 carregadores e 26 chips, além de 22 baterias avulsas. Também foram localizados pelos agentes 389 gramas de cocaína, 140 gramas de pasta base e 1,5 kg de maconha.

As operações pente-fino reforçam as demais iniciativas executadas pelos agentes penitenciários no sentido de coibir o uso de equipamentos e materiais proibidos pelos detentos. “Também são realizadas diariamente vistorias menores nas celas dos presídios, revista em visitantes e busca diária por materiais que são arremessados pelas muralhas”, finaliza o diretor-presidente da Agepen.

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