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20 de maio de 2018 • Ano 7
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Caso Pedrinho

Parentes dizem que presos por sequestro são inocentes

Protesto foi realizado em frente ao prédio do Ministério Público, em Pedro Juan

22 Ago2017Valdelice Bonifácio e Lia Nogueira, de Ponta Porã19h54
(Foto: Lia Nogueira/TV MS Record)
  • Familiar se acorrentou em um poste de iluminação em frente ao MP de Pedro Juan
  • (Foto: Lia Nogueira/TV MS Record)

Familiares e amigos de Gustavo Alberto Iturbe Valdez e Eunice Ojeda Sanchez presos pelo sequestro do menino Pedro Urbieta de Souza, de 12 anos, realizaram protesto em frente ao prédio do Ministério Público de Pedro Juan, no Paraguai. Eles alegam que a dupla é inocente. Um parente chegou a se acorrentar em um poste de iluminação e afirmou que só sairia dali quando os dois fossem liberados. “Eles não têm nada a ver com isso”, disse o manifestante.

Gustavo e Eunice eram funcionários do empresário Alexandre Reichardt de Souza, de Ponta Porã, pai do menino. Eles estão presos sob acusação de participarem do sequestro da criança. Eunice, inclusive, trabalhava como empregada doméstica na casa do avô da criança.

Além dos dois também estão presos César Esteban Ojeda Sanchez, paraguaio, de 21 anos, que seria um dos mentores do crime, Américo Sanchez; Felipe Luis Samúdio, padrasto de César e que é funcionário de uma das empresas da família e Vicente Ramão Pereira Arce. Todos estão presos no Paraguai e a polícia planeja extraditá-los para o Brasil.

O menino foi sequestrado na quinta-feira, dia 17, em Ponta Porã quando era levado para a escola. O sequestro terminou no mesmo dia. Os bandidos levaram a vítima até a periferia de Pedro Juan Caballero onde o soltaram. Em seguida, o menino conseguiu uma carona e foi levado até a comissária 6ª onde foi entregue as autoridades paraguaias, que entraram em contato com os familiares.

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