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27 de maio de 2018 • Ano 7
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Em MS

Outro boliviano é preso por tráfico

Droga seria levada para Katmandu, no Nepal

24 Mai2017Da redação12h07

Polícia Federal prenderam hoje (24), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, um boliviano de 41 anos, com três quilos de cocaína escondidas no fundo falso de uma mala. Natural de Santa Cruz de La Sierra, o homem encontrava-se dentro da aeronave, que se preparava para decolar para São Paulo, quando os policiais lhe deram voz de prisão, após terem vistoriado sua bagagem no aparelho de raio-X do aeroporto. O modus operandi do transporte da droga – no forro da mala – assemelha-se ao flagrante realizado pela PF ontem (terça) com outro cidadão boliviano no mesmo aeroporto.

O boliviano, que tem duas filhas residentes em Santa Cruz de La Sierra, disse que lhe foi oferecido inicialmente “3 mil dólares pelo transporte da droga até a Índia”. Ele recebeu a cocaína ontem (terça) de um homem de nome Davi, na cidade de Puerto Quijarro, fronteira com o Brasil (Corumbá/MS), segundo ele, já acondicionada dentro da mala. Davi também teria lhe entregado 600 dólares, que foram convertidos em reais em Puerto Quijarro. O boliviano chegou a Campo Grande ontem à tarde, tendo embarcado no voo para São Paulo antes das 6h, quando foi surpreendido pelos policiais federais, tendo confessado prontamente a posse da droga.  

Os policiais federais, por sua vez, desconfiaram da atitude suspeita do boliviano e solicitaram o encaminhamento da bagagem para verificação no raio-X, quando perceberam uma rigidez anormal no fundo da mala, tendo constatado uma imagem retangular. Após ser feito um pequeno furo no local, começou a cair um pó branco, sendo confirmado logo como cocaína. Segundo o homem, na verdade, a droga teria como destino final a cidade de Katmandu, no Nepal. Foram encontrados exatos 3.025 gramas de cocaína no fundo falso da mala.

Outro caso -  No dia 22, um comerciante boliviano, de 39 anos, com 3.100 gramas de cocaína escondidos no fundo falso de uma mala. Os policiais, que atuavam no Aeroporto Internacional de Campo Grande, onde ocorreu a prisão, desconfiaram do suspeito na fila do check in do voo Campo Grande–Campinas e decidiram verificar sua bagagem, tendo encontrado a substância entorpecente.

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