Campo Grande •22 de Fevereiro de 2018  • Ano 7
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Da redação | Terça, 14 de Novembro de 2017 - 10h08CGU, Receita e PF investigam desvio de R$245 milhõesAndré Puccinelli, seu filho o advogado André Puccineli Junior e o empresário João Amorim estão sendo investigados

PF na casa do empresário João Amorin
PF na casa do empresário João Amorin (Foto: TV MS Record)

Além do apartamento do ex-governador André Puccinelli, a Polícia Federal também esteve na casa do empresário João Amorim, localizada na rua dos Vendas, em Campo Grande. Eles são alvos da quinta fase da Operação Lama Asfáltica deflagrada hoje (14), que investiga o desvia de mais de R$ 235 milhões.

Em nota o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) relatam que os recursos desviados passavam por processos elaborados de ocultação da origem.  “Há provas já existentes acerca de desvios e superfaturamentos em obras, direcionamento de licitações, uso de documentos falsos, aquisição ilícita e irregular de produtos e obras, concessão de créditos tributários direcionados e pagamento de propinas a agentes públicos. Prejuízos causados pelo esquema ao Erário passam dos R$ 235 milhões”, esclarece a nota.

Já Receita Federal também relatou que a investigação tem como objetivo desarticular organização criminosa que desviava recursos públicos por meio de fraudes em licitações, superfaturamento de obras, entre outras irregularidades. A ação é realizada em parceria com a Polícia Federal e a CGU.

“As investigações foram iniciadas em 2013, onde foi constatada a existência de um grupo que, com a utilização de empresas em nome próprio e de terceiros, desviava recursos públicos a partir do superfaturamento de obras contratadas pela administração pública mediante fraudes em licitações e corrupção de servidores públicos”, informa a nota.

A nova fase da investigação decorre da análise dos materiais apreendidos em fases anteriores, relacionado com fiscalizações, exames periciais e diligências investigativas. Há, ainda, a corroboração com depoimentos de colaboradores que participaram do esquema delituoso.

Os valores repassados por propina eram mascarados com diversos tipos de operações simuladas, de forma a dar falsa impressão de licitude ao aumento patrimonial dos integrantes da organização ou de dar maior sustentação financeira aos projetos. Uma das novas formas descobertas da lavagem de capitais era a aquisição, sem justificativa plausível, de obras jurídicas, por parte de empresa concessionária de serviço público e direcionamento dos lucros, por interposta pessoa, a integrante do grupo criminoso.

 

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