Campo Grande •23 de Fevereiro de 2018  • Ano 7
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Mariel Coelho, em colaboração ao Diário Digital | Quarta, 28 de Setembro de 2016 - 14h25Grupo é preso por compra de votos e coação de eleitores em ParanhosCom os autores, foram apreendidas pistolas e um fuzil

Com o grupo foi apreendido duas pistolas 380 mm, duas 9 mm e um fuzil.
Com o grupo foi apreendido duas pistolas 380 mm, duas 9 mm e um fuzil. (Foto: Divulgação)

Uma operação realizada pela Polícia Militar resultou na prisão de cinco pessoas em aldeias e assentamentos rurais de Paranhos, que fica a 469 km de Campo Grande. O grupo é suspeito de tentar comprar votos de eleitores sob coação e utilização de armas. Foram apreendas armas de uso restrito.

Conforme o boletim de ocorrência, o grupo estaria comprando votos e coagindo moradores de aldeias indígenas e de assentamentos rurais do município para que votassem em um determinado candidato. Após informações de que o grupo estaria em utilizando um veiculo Custon cor prata, policiais efetuaram rondas e conseguiram encontrar o carro, que trafegava em uma estrada vicinal conhecida como “Barro Preto”.

Após vistoria no interior do veículo, policiais encontraram duas pistolas calibre 380 mm, duas pistolas calibre 9 mm, sendo que uma das armas é de uso restrito, e estava com a numeração raspada, além de um fuzil calibre 7,62 mm, com carregador municiado e de numeração raspada.

Os cinco ocupantes do veículo eram Ivam Fabrício Ferreira Antunes de Oliveira, de 36 anos, Joelse Waldir Pinheiro, de 28 anos, Geovane Gaspar Neves de Oliveira, de 22 anos, Santa Cruz Tavares da Silva, de 47 anos e Joanelde Ferreira Pinheiro, de 26 anos, segundo a Polícia Civil, todos moradores de Paranhos.

De acordo com o Paranhos News, os acusados, juntamente com o arsenal apreendido foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Sete Quedas, onde foram autuados em flagrante pelo crime de “posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, na qualidade de suprimir ou alterar marca, numeração ou qualquer sinal de identificação de arma de fogo ou artefato”.

A polícia vai investigar a origem do armamento. Procedimentos serão instaurados para apurar a suposta ação de milícia armada na finalidade de compra votos e coação de eleitores na região de fronteira.

(Com informações do site Paranhos News)

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