Menu
22 de maio de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Mega banner ALMS - AUDIÊNCIA PÚBLICA
Antivírus

Ex-deputado não pode manter contato com investigados

Todos os 12 presos foram liberados, mas investigações continuam em andamento

31 Ago2017Valdelice Bonifácio14h50

Um dos últimos a conseguir liberdade por meio de habeas corpus, o ex-deputado estadual Ary Rigo deixou a 3ª Delegacia de Polícia Civil, no Bairro Carandá Bosque, em Campo Grande, onde estava preso na noite desta quarta-feira, 30 de agosto. Ele deve comparecer à Justiça, tão logo seja chamado e não pode manter contato com os demais investigados na Operação Antivírus, desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e que deteve 12 pessoas. Todas já estão em liberdade beneficiada por habeas corpus.

Conforme a defesa do ex-parlamentar, o depoimento dele ainda não foi marcado. A Operação investiga contratos firmados entre o Departamento de Trânsito (Detran) e empresas privadas. A suspeita é de contratações desnecessários e superfaturadas. Rigo foi preso suspeito de ter ligação com uma das empresas investigadas, a DIGITHOBRASIL. A defesa dele admite que o ex-deputado tem parentesco com o proprietário, mas nega qualquer influência na contratação da empresa.

Diante das suspeitas, foram presos o diretor-presidente do Detran Gerson Claro Dino, o diretor-adjunto Donizete Aparecido da Silva, o chefe de departamento Erico Mendonça, o Diretor de Administração e Finanças  Celso Braz de Oliveira Santos e o Diretor de Tecnologia Gerson Tomi. Todos obtiveram liberdade na quarta-feira passada.

Outros detidos foram José do Patrocínio Filho, Fernando Roger Daga e Anderson da Silva Campos, sócios e ex-sócio da empresa Pirâmide Informática, Jonas Schimidt das Neves, sócio da empresa DIGITHOBRASIL, o secretário dele Claudinei Mastins Rômulo e Luiz Alberto de Oliveira Azevedo, servidor público estadual lotado na Secretaria de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

Veja Também