Campo Grande •22 de Setembro de 2017  • Ano 6
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Da redação | Domingo, 20 de Agosto de 2017 - 07h46Empregados participaram de sequestro de garotoEntre os autores, estão a doméstica da casa e dois funcionários da empresa da família

(Foto: Reprodução)

O sequestro do garoto Pedro Urbieta de Souza, de 12 anos, filho do empresário Alexandre Reichardt de Souza, de Ponta Porã, teve a participação de empregados da família, segundo esclarecimento prestado pela polícia. Entre os autores, estão a empregada doméstica da casa e dois funcionários da empresa da família da vítima.

As informações foram repassadas durante entrevista coletiva na sede da investigação de Delitos na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, fronteira com Ponta Porã. O menino foi sequestrado na quinta-feira, dia 17, em Ponta Porã quando era levado para a escola.

Foram presos César Esteban Ojeda Sanchez, paraguaio, de 21 anos, um dos mentores do crime, Américo Sanchez; Felipe Luis Samúdio, padrasto de César e que é funcionário de uma das empresas da família; Vicente Ramão Pereira Arce; Gustavo Alberto Iturbe Valdez, também funcionário de uma das empresas e esposo de Eunice Ojeda Sanchez, que é tia de Cézar e empregada doméstica na casa do avô da vitima.

As prisões ocorreram no Paraguai. Os presos foram encaminhados a sede da Seção de Investigação de Delitos da Policia Nacional do Paraguai  e estão à espera do pedido de extradição das autoridades brasileiras.

Sequestro - Na manhã de quinta-feira, dia 17, em Ponta Porã, o veículo em que o garoto estava foi cercado por homens armados no Centro de Ponta Porã. Os bandidos encapuzados usaram um veículo Gol de cor branca e placas brasileiras na ação.

Por volta das 23h30min do mesmo dia, o sequestro do menino chegou ao fim, sendo que os sequestradores fizeram dois contatos no início da tarde, em seguida não falaram mais com a família. Para a polícia, os bandidos sentiram-se pressionados já que os investigadores estavam empenhados em localizar o cativeiro.

Os sequestradores levaram a vítima até a periferia da cidade de Pedro Juan Caballero onde o soltaram. Em seguida, o menino conseguiu uma carona e foi levado até a comissária 6ª onde foi entregue as autoridades paraguaias, que entraram em contato com os familiares.

O delegado Rodolfo Daltro disse que o resgate não foi pago. Ele considerou o desfecho do caso uma vitória do trabalho em conjunto das polícias brasileira e paraguaia.

Trabalharam na investigação agentes da Polícia Civil de Ponta Porã, com auxílio da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate (Garras) e agentes das forças policiais do Paraguai.

(Com informações do Ponta Porã Informa)

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