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27 de maio de 2018 • Ano 7
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Violência

Duplo homicídio no Carioca seria acerto de contas

Dois rapazes foram mortos a tiros e o motorista do Uber também ficou ferido

27 Jul2017Valdelice Bonifácio e Mariel Coelho, especial para o Diário Digital18h30
Reynam Felipe Vieira e Mayckon Marques (Foto: Reprodução/Facebook)
  • Atentato que matou dois e deixou um ferido foi praticado no Jardim Carioca nesta quinta-feira
  • Reynam Felipe Vieira e Mayckon Marques (Foto: Reprodução/Facebook)
  • Familiares das vítimas choram no local do crime (Foto: Marco Miatelo)
  • Helicóptero ajudou nas buscas aos autores do crime no Jardim Carioca (Foto: Marco Miatelo)
  • (Foto: Marco Miatelo)
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  • (Foto: Marco Miatelo)
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  • (Foto: Marco Miatelo)
  • (Foto: Marco Miatelo)

O atentado praticado na tarde desta quinta-feira, 27 de julho, no Jardim Carioca, em Campo Grande, que resultou na morte de dois rapazes e ainda deixou ferido o motorista de Uber, estaria ligado a um crime praticado no Jardim Campo Alto, no domingo passado, 23 de julho. Na ocasião duas pessoas morreram.

Segundo as investigações, o idoso Antônio Marques, 72 anos, foi morto a tiros por Joaquim Rodrigues de Oliveira, 58 anos, no Jardim Campo Alto. Horas depois, o próprio Joaquim foi morto em tiroteio que teve a participação de Maickon Alves Marques, 22 anos, neto de Antônio Marques. 

Maickon e o amigo e Reynam Felipe Vieira de Oliveira, também de 22 anos, foram mortos no atentado desta quinta-feira, no Jardim Carioca. Os dois estavam em um veículo Uber quando foram atingidos por atiradores que usaram armas de grosso calibre. O motorista do Uber também levou três tiros, mas foi socorrido consciente e passa bem. O atentado ocorreu na Rua Zacarias Mourão, próximo ao Residencial Nelson Trad, no Jardim Carioca.

Logo após o atentado no Jardim Carioca, uma mulher que identificou como tia dos rapazes disse à imprensa que desconfiava que o crime tivesse relação com o assassinato de domingo.

Segundo ela, horas antes de serem mortos, os dois tinham ido à 4ª Delegacia de Polícia Civil para se entregar, mas não foram recebidos. Então decidiram ir ao Ministério Público Estadual (MPE) onde relatariam as ameaças que vinham sofrendo.

“Eles estavam indo para o Ministério Público quando foram abordados e mortos”, relatou a mulher.

Após o atentado a polícia fez buscas na região, mas até a publicação desta matéria ninguém havia sido preso.

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