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Mistério na Capital

Documentos espalhados nas ruas são cópias, diz PF

Papéis que fazem parte de inquéritos sigilosos foram encontrados jogados nas ruas da Capital

5 Dez2018Da redação16h54
(Foto: Marco Miatelo)
  • Documentos sigilosos foram espalhados em ruas de Campo Grande
  • (Foto: Marco Miatelo)
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A Superintendência da Polícia Federal no Mato Grosso do Sul informou por meio de nota que os documentos sigilosos encontrados espalhados em ruas de Campo Grande nesta quarta-feira, 5 de dezembro, são cópias. Os papéis fazem parte de inquéritos conduzidos da PF. A suspeita é que o material tenha sido descartado por algum escritório de advocacia. O caso está sendo investigado.

“A PF/MS informa que não se tratam de documentos originais e sim cópias obtidas por pessoas que devem ter tido autorizações de acesso aos processos, alguns dos quais remetem a processos que sequer são da Polícia Federal e nunca tramitam nela” diz a nota.

Os documentos foram encontrados espalhados em calçadas e também em caçambas de lixo. Um dos pontos escolhidos para o descarto do material foi a esquina das avenidas Ernesto Geisel e Fernando Corrêa da Costa, no Centro de Campo Grande. A Polícia Civil que também apura o caso esteve no local pela manhã e recolheu muitos papéis que foram levados em sacos de lixo. Outro ponto que amanheceu coberto por documentos foi a Avenida Campestre, no Bairro Aero Rancho, na periferia da Capital.

Os papéis  fazem parte de um inquérito de 2010 a respeito de uma organização criminosa do tráfico de drogas. Nas página, há depoimentos de testemunhas, degravações telefônicas, nota de culpa, recebimento e presos, mandados de prisão e de busca e apreensão, entre outros.

Na nota, a superintendência diz que “trata todos os seus documentos em conformidade com as normas federais de sigilo, arquivo e destruição, sobretudo os relativos a inquéritos policiais”. A PF lembra também que é prerrogativa do advogado ter acesso e fazer cópia de documentos de inquérito policial, necessitando, nos casos que tramitam em segredo de justiça, da devida autorização judicial.

A PF informou também que os documentos estão sendo recolhidos e analisados, “a fim de que sejam obtidos melhores esclarecimentos sobre o ocorrido.”

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